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Como vencer a Procrastinação?
Procrastinação é o principal problema dos que desejam realizar as coisas. Muitas vezes é originária do medo da tarefa – isto é, de uma certa insegurança inconsciente, de não ter certeza se sabemos fazê-la bem.
O principal problema da procrastinação é que misturamos a nossa percepção do nosso Eu, de quem somos, com a percepção do que fazemos. Misturamos o Ser com o Fazer e com o Ter (*1) . Se não fazemos tudo o que nos propomos a fazer, sentimos uma ferida em nosso Ego, em nossa própria auto-estima; mas se o fazemos e ele não fica bem feito, também somos feridos em nossa auto-estima. Assim, com duas forças opostas se digladiando, criamos um duplo vínculo neurótico e ficamos no limbo, perpétuamente suspensos entre idealizar a tarefa ideal e estar sempre desejando completar a tarefa…
Em outras palavras, a nossa visão ideal da tarefa é de 100%, mas a tarefa executada possivelmente será uns 65% do que desejamos. E, por questões da nossa estrutura psicológica e para preservar a auto-estima, a mente inconsciente “sabota” o impulso de realização. Pois se protelarmos a execução, continuamos a sentir o prazer de idealizar a tarefa.
Para superar esta dicotomia, uma das melhores recomendações é “quebrar” a tarefa grande em tarefas menores, para que não pareça tão assustadora. Ou, então, começar com tarefas menores, para que fiquemos mais “aquecidos” e assim aumentemos a disposição para realizar tarefas maiores.
No entanto, a tendência ao perfeccionismo mesmo assim pode interferir com o impulso de realização. Isto é, temos uma imagem na mente de como deve ser a tarefa perfeita. No entanto, esta imagem perfeita nunca será capaz de ser real. E quando tentamos iniciar a tarefa, mesmo em etapas menores, nos defrontamos com a percepção de que não será igual ao que nos propomos a fazer. E isto é desmotivante.
Superar a procrastinação requer formação de hábito e também o emprego de estratégias mentais. Pode ser útil barganhar com algo que nós queremos muito, tal como só assistir a um programa de televisão do qual gostamos se completamos a tarefa do dia. No entanto, tal como no adestramento de animais, o melhor é barganhar com premiações, e não com punições.
Todo mundo que estuda sobre adestramento de animais aprende que qualquer animal aprende melhor com estímulos do que com castigos. Inclusive o animal humano. Podemos fazer esta analogia porque na realidade nosso cérebro é composto de no mínimo três diferentes cérebros, de acordo com a teoria evolutiva de Paul MacLean (*2): possuimos o “cérebro reptiliano”, básicamente instintivo; o “sistema límbico”, que é o nosso cérebro mamífero, voltado às emoções; e o neocórtex, sede do pensamento cognitivo mais evoluído. Assim, em nossas reações comportamentais, podemos dizer que reagimos aproximadamente 66% como animais e só 33% como humanos…
Isto é, não devemos “nos punir”, dizendo a nós mesmos que só faremos algo de que gostamos se completarmos nossa tarefa, pois isto é desestimulante a longo prazo. Ao contrário, devemos “nos premiar”, dizendo a nós mesmos que nos brindaremos com algo a mais, se completarmos a tarefa. Pode parecer a mesma coisa, mas para o inconsciente é bem diferente, pois quando focalizamos a atenção no prêmio, contribuimos para fazer pender a balança em direção à realização.
Outra coisa importante é nos auto-elogiarmos e estimularmos a cada pequenina mudança na direção correta, exatamente da mesma maneira que no adestramento de animais. Se fizemos corpo mole e no fim do dia só executamos uma tarefa das três a que nos propomos para hoje, será contraproducente dizermos a nós mesmos “só isso?!?!” e nós tacharmos de preguiçosos. O melhor é dizer “parabéns, uma tarefa bem feita! Que ótimo! Amanhã faremos duas”. Com o tempo tal procedimento cria uma potenciação positiva em nossas emoções, superando o duplo vínculo citado antes.
(*1) Já escrevi um pouco sobre isso no meio de um artigo mas pretendo me aprofundar mais neste tema futuramente…. Auto-Estima e o Conceito do Eu
(*2) Teoria do Cérebro Trino
Ver também:
Cérebro Reptiliano
http://br.groups.yahoo.com/group/pnlbr/message/622
Como usar a PNL para tomar boas decisões
Utilizando a Programação Neurolingüística podemos aprender a discernir os vários fatores que influenciam uma boa tomada de decisão. Observando as estratégias das pessoas que obtém uma boa margem de acerto em sua tomada de decisões, é possível delinearmos uma fórmula útil que possa servir de “tratamento genérico” para a resolução de problemas.
Gosto de abordar este tema com uma metáfora: comparo o uso da nossa capacidade de tomar decisões com o mito da entrada no Labirinto de Creta, onde o Minotauro estava escondido. Quem lembra desta história antiga sabe que os heróis entravam no Labirinto buscando alcançar o tesouro que estava escondido lá. E muitas vezes se perdiam, pois os caminhos de entrada e saída eram tão intrincados que esqueciam por onde tinham vindo e ficavam presos lã dentro, até serem encontrados e devorados pelo Minotauro.
Um grande herói decidiu entrar no Labirinto; seu nome era Teseu. Ele utilizou um novelo de lã e o foi desfiando atrás de si, para marcar o caminho. Conseguiu assim alcançar o centro do Labirinto e voltar – e ainda teve a chance de matar o Minotauro.
Da mesma maneira, se queremos controlar nossos esforços de controlar os problemas (”matar o minotauro e encontrar o tesouro”), precisamos estabelecer uma linha definida de nossos esforços em direção às nossas metas, que representam o alcance de nossos objetivos (”linhas para a saída do labirinto”). Toda decisão é um jogo de alternativas, e sempre há um preço a ser pago a cada escolha em nossa vida. Com base nesta metáfora, podemos discutir a estratégia da tomada de decisão.
Em primeiro lugar, os objetivos de vida precisam ser previamente definidos. Só se alcança um objetivo – ou se afere o quão próximos estamos dele – se o especificarmos antecipadamente, É necessário defini-lo em palavras – se possível por escrito, pois as palavras apenas ditas não cristalizam tão bem os pensamentos, e é possível cairmos em um redundante processo de perpétuamente rechecar as mesmas idéias…
Em segundo lugar é necessário ativar a colaboração dos aspectos mais inconscientes da mente, para que o engajamento na solução seja o melhor possível. A PNL usa vários recursos para nos auxiliar a definir objetivos e nos focalizarmos nas soluções. Um dos melhores deles é a chamada “Ponte-ao-Futuro”: visitamos futuros hipotéticos, onde jã fizemos uma escolha, e depois visitamos um outro, onde fizemos outra escolha e assim sucessivamente, até que, com esta prática em nossa imaginação, alcançamos uma melhor compreensão das dimensões de escolhas que dispomos. Esta é uma das melhores maneiras de observamos de maneira completa o nosso comprometimento com cada uma destas escolhas.
Para quem tem alguma dificuldade em fazer isso, recomendo a leitura do livro “A Ponte para o Sempre”, de Richard Bach, que discorre o que poderia acontecer se, em um dado momento de nossas vidas, mudássemos a nossa escolha em um ponto critico, pequeno de início mas vital a longo prazo, pelos seus efeitos cumulativos.
Em termos de filmes de Hollywood, podemos também assistir “O Efeito Borboleta” (The Butterfly Effect), um filme mais leve mas que também explora esta questão, como cada microdecisão pode modificar totalmente o nosso futuro [1]. E há vários outros filmes no mesmo estilo, mas não cabe citá-los aqui.
Em terceiro, as soluções obtidas devem ser cuidadosamente avaliadas em sua relação custo-benefício e equilíbrio ecológico. Em outras palavras, estamos dispostos a abrir mão das outras coisas que também necessitam de nossos esforços e aplicarmos a soma de esforços necessária e suficiente para o sucesso em nosso objetivo planejado?
Para auxiliar nisso, pense em analisar, no momento que considerar uma decisão, um diagrama com as Vantagens e Prejuízos, Responsabilidades e Benefícios Secundários implicados na questão. Isso pode auxiliar a explicitar claramente o que está em jogo em sua tomada de decisão.

Explicando melhor, há sempre fatores que nos incentivam a mudar e tomar uma decisão e há sempre fatores que nos desestimulam a tomar (ou manter) esta decisão. Deixá-los conscientes evita que as emoções negativas interfiram com o processo.
Os quadrantes I (Vantagens) e IV (Prejuízos) nos incentivam a mudar e tomar novas decisões, pois focalizam nossa atenção naquilo que é vantajoso obter (ou reduzir) quando mudamos.
Os quadrantes II (Responsabilidades envolvidas) e III (Beneficios secundários implícitos em nada fazer para mudar), nos desmotivam, facilitam conflitos internos (que consideramos “auto-sabotagem).
Em quarto, estamos comprometidos com o nosso ser integrado, com o alcance destas metas de tal maneira que elas tenham suficiente efeito motivacional? Além de percebermos racional e emocionalmente o nosso desejo de mudança, precisamos criar um momento fiat lux, ou um “cumpra-se”, internamente, que sirva de gatilho para a ação. Isto é obtido com a verificação ecológica de nossas motivações, algo que a PNL pode nos ajudar a fazer. Pode ser necessário que entremos em ação sem todas as informações necessárias; mas mesmo assim a nossa mente estará engajada em obter a melhor solução possível, e buscará fazer as correções de rumo que porventura ocorrerem.
Em quinto, que atitudes e comportamentos específicos podemos utilizar que serão úteis para este fim? Neste momento, uma cuidadosa seleção dos recursos cognitivo- fisiológicos- comportamentais disponíveis deve ser realizada.
Costumamos comentar que, em essência, cada indivíduo tem cinco tipo de recursos genéricos para empregar em seus esforços de sucesso: Tempo, Esforço, Dinheiro, Conhecimento e Atenção. Qualquer tipo de atitude, comportamento ou outra coisa qualquer que utilizamos é uma receita de bolo de um misto destes cinco componentes. Esta discussão está em outro artigo, neste site. [2]
Em sexto e último lugar, estamos abertos e perceptivos às oportunidades e eventos externos, sabendo utilizar da melhor forma possível as escolhas apresentadas (”saídas do labirinto”)? Neste momento precisamos ficar abertos à Deusa da Oportunidade. Os mais ligados em Física Quântica e na visão transpessoal da realidade podem neste momento falar em Sincronicidade [3], fatores acausais, sorte, Destino, visualização criativa, mentalismo etc. Isto depende da visão de mundo que quisermos adotar. O que importa é que achamos útil nos considerar abertos à essas oportunidades, sejam elas passíveis de influência pessoal ou não.
Para facilitar a compreensão e a execução destas seis etapas, vamos listá-las como os Seis Passos para a descoberta de uma boa solução para problemas:
1. Defina o problema em sua mente e faça perguntas sobre ele, para ajudar a sua mente a focalizar nas informações úteis para a resposta. Sature a mente consciente de informações.
2. Imagine o máximo possível de soluções, sem permitir o excesso de espírito crítico nesta etapa. Deixe o seu inconsciente “mastigar” os fatos e se orientar para a solução. Comprometa-se com a importância do que está fazendo e com o desejo da solução.
3. Analise as soluções obtidas de forma crítica e com a avaliação dos prós e contras de cada uma. Analise e teste todas as respostas, sejam racionais ou intuitivas. Aceite a ambiguidade das respostas e trabalhe a partir delas, não aguardando uma resposta “mágica” perfeita.
4. Desenvolva a concentração e a confiança na melhor solução possível após a análise feita. Uma “próação”, mesmo que imperfeita, é melhor que a inação. Decida entrar em ação.
5. Estabeleça um plano para utilizar todos os seus recursos de vida da melhor maneira possível, transformando a sua Solução – por enquanto ainda um Sonho – em um Projeto.
6. Não aguarde até ter todos os resultados, analisando de forma exaustiva todos os detalhes. Em poucos casos – normalmente em laboratórios – este procedimento é útil. Na vida real a ação mediana mas imediata supera estatisticamente em melhores resultados a ação perfeita mas atrasada. Experimente. Arrisque. Aprenda a confiar na Intuição.
Para facilitar a fixação mental do que falamos acima, e assim acelerar a absorção de uma estratégia genérica eficaz de resolução de problemas, vamos utilizar um recurso verbal útil, muito utilizado em Mnemotécnica. É a criação de acrósticos [4] e acrônimos [5].
Vamos elaborar um acrônimo que represente os valores que consideramos importantes em uma eficaz busca de objetivos, conforme citados acima:
PARA OBTER ALGO NA VIDA
PAGUE O PREÇO
Planejamento
Realismo
Entusiasmo
Comportamento
Oportunidades
Isto é, pagar o PREÇO para realizarmos o que queremos significa que devemos investir tempo em Planejar o que desejamos, e mantermos uma Realística percepção de nossas chances. Mas isto não significa trabalhar sem o importante Entusiasmo, que nos motivará a obter os melhores resultados. E também será necessário aprendermos a nos Comportarmos da melhor maneira, controlando as nossas atitudes e assim aproveitando o melhor possível as Oportunidades que a vida nos apresentar.
[1] http://pt.wikipedia.org/wiki/Efeito_borboleta
[2] http://azevedo.wordpress.com/2006/07/30/os-5-recursos-da-vida/
[3] http://pt.wikipedia.org/wiki/Sincronicidade
[4] http://pt.wikipedia.org/wiki/Acr%C3%B3stico
[5] http://pt.wikipedia.org/wiki/Acr%C3%B4nimo
Seminário em São Paulo: Eficiência e Processos – 20 de Fev 08
Em fevereiro próximo estarei participando deste evento.
Clique no link para maiores informações:
Eficiência e Processos – Como otimizar a gestão do tempo em sua empresa
Extensões do Google para o Firefox
O Google Notebook é o sonho de consumo de todo interessado em GTD. Você pode usá-lo com facilidade para controlar tarefas e guardar anotações – e usando, em conjunto, o Google Calendar para guardar compromissos. Com o apoio do Google Bookmarks, está bem perto de criar um Desktop Google online, similar ao Desktop Google instalado no PC que já tem.
Esta é a intenção óbvia do Google, e por isso desenvolveu uma planilha eletrônica, intitulada Google Spreadshet mas que ainda não está disponível para todos e também adquiriu o Writely, que é um excelente editor de texto online.
E o Google Browser Sync facilita em muito a vida daqueles que utilizam muitos micros. Falo mais dele embaixo.
Google Notebook Firefox Extension
http://www.google.com/notebook/download
Quem não conhece o Google Notebook não sabe o que está perdendo. Com ele você pode fazer anotações na Web, copiar páginas (e mantê-las arquivadas no Google, e não no seu computador), organizar listas de tarefas e anotações sobre tudo. Faz o que a extensão Scrapbook faz (uma ótima extensão, que pode ser obtida aqui ou aqui, mas com a vantagem de arquivamento online e mais flexibilidade de anotações, o que é muito melhor.
Google Browser Sync
http://www.google.com/tools/firefox/browsersync/
Você utiliza o Firefox em várias máquinas, talvez uma em casa e outro no trabalho? Ou tem um notebook e um desktop? Então já teve o dissabor de procurar um link em seu browser e este estava em outro computador… Ou está acostumado a uma determinada extensão, mas quando trocou de micro, esqueceu de instalá-la no outro.
Então, seus problemas acabaram! Com o Google Browser Sync, com apenas um clique toda a configuração de um micro será copiada para outro micro – cookies replicados, extensões instaladas, bookmarks, abas e janelas e até senhas e histórico de sites visitados. E tudo pela internet, sem o tedioso trabalho manual de transferência de configurações.
Sim, você tem que confiar que o Google cuidará de seus dados – todos os seus dados e senhas serão criptografados e arquivados nos servidores do Google. Mas se você já confia no GMail, você já está vendido ao Google mesmo…
Sempre que o seu browser iniciar, a extensão checará os dados. E com um clique em um link na barra de menu, você sincronizará os micros – que já devem ter sido configurados para partilhar uma mesma conta-Google, a mesma do GMail, Orkut etc.
Evidentemente você só deve instalar tal extensão em micros que só você utilize – seria um grande risco de segurança utilizá-la em micros compartilhados.
Mais backup de arquivos online
E estou, ultimamente, pesquisando várias alternativas online baratas ou gratuitas, para recomendar aos meus clientes. É por isso que a maioria dos posts falam de sistemas online. Não é que própriamente o GTD só possa ser feito com a ajuda de um computador; porém, nos tempos de hoje, há benefícios inegáveis em usar as facilidades tecnológicas, que acrescentam rapidez e mobilidade ao sistema de controle de Projetos e Tarefas.
No entanto, em sua maioria, recomendo sistemas simples, de preferência gratuitos (ou a parte gratuita deles). Isto porque a maioria das pessoas que implementam o GTD começam como pessoas físicas, tentando se ajustar em uma barafunda de idéias, compromissos e pendências mil…
Sim, é possível adaptar sistemas complexos de groupware, tais como o DotProject ou o Double Choco Latte . Existem centenas de sistemas de groupware, gerenciamento de projetos e ERP, a maioria pagos (e muito bem pagos) e alguns gratuitos, tais como os que citei acima. Mas a maioria deles precisa ser instalada em um servidor, configurada cuidadosamente e requer serviços especializados de técnicos de informática. Não são assunto para uma coluna ou blog como esse. Vamos nos concentrar em programas fáceis de utilizar e que auxiliem no trabalho diário.
Dito isso, vamos ao Mozy. Ele é um cliente, na forma de um programa (apenas para Windows…), que se comunica de forma criptografada com um serviço online. E este serviço oferece 2 Gb gratuitos, e 5 Gb por US$ 19,95 por ano. É rápido, tem funções de backup – você pode programar uma atualização automática de determinados arquivos ou diretórios – e a interface é bem intuitiva.
Os contras: não testei se funciona no Linux ou Mac através de um emulador. É possível que sim – afinal, não passa de um sofisticado ftp. Mas muitos vão dizer: “mas eu posso ter 2,7 Gb gratuitos no GMail, utilizando a extensão GSpace do Firefox.”. Pode ser verdade, mas sabemos que o GMail não autoriza oficialmente este tipo de serviço. Como eu já disse, é uma gambiarra, e pode deixar de funcionar de um momento para outro.
Comparando o Mozy com o Openomy – este, na fase beta, oferece 1 Gb gratuito. Não precisa de cliente instalado no computador, mas também não trabalha com conexão de alta criptografia e nem faz backup automático. Isto é, não faz pelo programa em si, pois é possível criar um script para ele que o faça. Mas este script não existe ainda…
Em resumo, o Mozy é uma boa opção – principalmente para quem usa Windows. Dois Gb disponíveis na Web, sem custos, totalmente criptografado e com interface similar a um navegador de arquivos. Vale a pena.