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	<title>Coaching Executivo &#187; PNL</title>
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	<description>Artigos sobre Coaching e Desenvolvimento Pessoal</description>
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		<title>Coaching Executivo &#187; PNL</title>
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		<title>PNL pode ajudar a dirigir bem?</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 01:07:35 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[PNL]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pessoa que trabalha em um Centro de Formação de Condutores (C.F.C.) me perguntou certa vez se a PNL pode ser útil para as pessoas que tem dificuldade em dirigir bem. E também para àquelas que se sentem ansiosas e tem um baixo desempenho tanto no exame de direção quanto no aprendizado da legislação de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=azevedo.wordpress.com&blog=280746&post=113&subd=azevedo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Uma pessoa que trabalha em um Centro de Formação de Condutores (C.F.C.) me perguntou certa vez se a PNL pode ser útil para as pessoas que tem dificuldade em dirigir bem. E também para àquelas que se sentem ansiosas e tem um baixo desempenho tanto no exame de direção quanto no aprendizado da legislação de trânsito.</p>
<p>Respondi conforme abaixo. Achei que a resposta ficou boa e assim transplantei-a para este artigo, pois pode servir para alguém mais.</p>
<p>Em um dos livros do casal Andreas tem uma técnica muito boa para estabelecer um bom estado na hora de dirigir. Aliás, a técnica é boa também para superar vários tipos de fobias, inclusive de avião.</p>
<p>Consiste em compreender que a pessoa está conectada ao carro.</p>
<p>Sabemos que os bons motoristas viram um certo tipo de &#8220;centauros mecânicos&#8221;. Isto é, eles não dizem &#8220;cuidado para não bater na traseira do carro&#8221;, dizem &#8220;cuidado para não bater na minha traseira&#8221;. Também não dizem &#8220;o carro está muito perto do muro&#8221;, dizem &#8220;estou muito perto do muro&#8221; e assim por diante.</p>
<p>Isto não é apenas uma metonímia &#8211; a parte pelo todo. É uma espécie de identificação cinestésia, um englobamento sensorial do carro e seu espaço físico no que é chamado &#8220;espaço pessoal&#8221;. Pessoas assim aprendem a fazer baliza bem, a estacionar de primeira, a perceber a hora certa e a velocidade certa para fazer as mudanças no trânsito, e assim por diante.</p>
<p>É similar ao que acontece com aquelas pessoas que aprendem uma lingua estrangeira e começam a pensar naquela língua. Elas não &#8220;traduzem mentalmente&#8221; os comandos do carro para comandos motores nos braços e pernas; elas os fazem diretamente.</p>
<p>Obter este estado começa no nível de Identidade. Precisamos fazer uma pessoa acreditar que pode ser &#8220;una com o carro&#8221; e sentir prazer nisso. Ela deve acreditar que isso é possível e, depois, que isso é possível para ela. Depois, torna-se mais fácil que ela &#8220;mielinize&#8221; as conexões sinápticas necessárias para juntar a parte do cérebro que decide, no córtex cerebral, com os neurônios responsáveis pelo controle motor dos braços e pernas que se especializaram nos movimentos de comando do carro.</p>
<p>Como fazer isso? Uma das melhores formas é com visualização. Ela deve se imaginar ligada ao carro. Como se o carro fosse uma extensão dela, uma segunda pele. Deve falar desta maneira, divertir-se com isso, criar um estado positivo de satisfação com o carro. Se já tem algumas experiências negativas com carro, deve começar de forma regressiva: dê a ela um carrinho de brinquedo e faça-a brincar em estradas de brinquedo. Que ela faça barulhinhos de &#8220;vrum&#8230; vruuuummmm&#8230;&#8221; e brinque à vontade, enquanto fale com ela que está resgatando o prazer de dirigir.</p>
<p>Depois, leve-a a brincar com um videogame de corrida. Não um &#8220;Grand Thief Auto&#8221; e nem um &#8220;Carmagedon&#8221; e sim um joguinho simples de corrida, divertido e leve. Converse com ela, enquanto joga, que está percebendo como é fácil sentir e pensar em tudo ao mesmo tempo.</p>
<p>Se o C.F.C tem aqueles aparelhos que é um conjunto de volante, painel e pedal, faça-a sentar lá, ensaiar os movimentos, enquanto imagine as operações, o movimento no corpo etc. Também aconselhe-a a brincar naqueles carrinhos de parque de diversões, de bate-bate, para perder o excessivo medo de encostar o carro nos outros.</p>
<p>Depois disso, ela está pronta para &#8220;assumir&#8221; o carro. Explique que é uma fusão, e por isso que é tão divertido dirigir para as pessoas que conseguem fazer isso. O vento no rosto, a sensação de movimento, tudo estimula o cérebro. Diga a ela que a mente pode se expandir até tomar conta de todo o carro. Que ela pode se concentrar totalmente em onde ir, que o inconsciente tomará conta da parte mecânica para ela.</p>
<p>Quando ela gostar da sensação, ficará mais fácil persuadí-la da importância da legislação. Não acenando com os perigos e as punições, mas para que sinta orgulho de saber dirigir bem. Só ensine pelo estímulo positivo, não pelo temor.</p>
<p>Além disso tudo há pessoas que tem fobia a exames. Foram ensinadas desde pequenas que não se saem bem nisso. Pode-se trabalhar com PNL para isso, mas para simplificar, sugiro ressignificar as palavras. Não use a palavra &#8220;exame&#8221;, &#8220;teste&#8221;, &#8220;prova&#8221;. Estas estão ancoradas negativamente na mente de muitas dessas pessoas. Diga que não são exames, e sim &#8220;jogos de saber&#8221;.  Diga  que são divertidos e simples, repita isso várias vezes com coerência e rapport. Não imagina o poder sugestivo que tem uma poderosa coerência em uma pessoa que está nesta posição. Elas até podem, com uma partezinha do cérebro, continuarem sabendo que aquilo é um exame; mas uma boa parte da mente ecoará que é apenas um &#8220;jogo de saber&#8221;, algo legal e diferente.</p>
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		<title>Como usar a PNL para tomar boas decisões</title>
		<link>http://azevedo.wordpress.com/2008/05/19/como-usar-a-pnl-para-tomar-boas-decisoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2008 19:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[Decisão]]></category>

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		<description><![CDATA[Utilizando a Programação Neurolingüística podemos aprender a discernir os vários fatores que influenciam uma boa tomada de decisão. Observando as estratégias das pessoas que obtém uma boa margem de acerto em sua tomada de decisões, é possível delinearmos uma fórmula útil que possa servir de “tratamento genérico” para a resolução de problemas.
Gosto de abordar este [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=azevedo.wordpress.com&blog=280746&post=103&subd=azevedo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Utilizando a Programação Neurolingüística podemos aprender a discernir os vários fatores que influenciam uma boa tomada de decisão. Observando as estratégias das pessoas que obtém uma boa margem de acerto em sua tomada de decisões, é possível delinearmos uma fórmula útil que possa servir de “tratamento genérico” para a resolução de problemas.</p>
<p>Gosto de abordar este tema com uma metáfora: comparo o uso da nossa capacidade de tomar decisões com o mito da entrada no Labirinto de Creta, onde o Minotauro estava escondido. Quem lembra desta história antiga sabe que os heróis entravam no Labirinto buscando alcançar o tesouro que estava escondido lá. E muitas vezes se perdiam, pois os caminhos de entrada e saída eram tão intrincados que esqueciam por onde tinham vindo e ficavam presos lã dentro, até serem encontrados e devorados pelo Minotauro.</p>
<p>Um grande herói decidiu entrar no Labirinto; seu nome era Teseu. Ele utilizou um novelo de lã e o foi desfiando atrás de si, para marcar o caminho. Conseguiu assim alcançar o centro do Labirinto e voltar – e ainda teve a chance de matar o Minotauro.</p>
<p>Da mesma maneira, se queremos controlar nossos esforços de controlar os problemas (”matar o minotauro e encontrar o tesouro”), precisamos estabelecer uma linha definida de nossos esforços em direção às nossas metas, que representam o alcance de nossos objetivos (”linhas para a saída do labirinto”). Toda decisão é um jogo de alternativas, e sempre há um preço a ser pago a cada escolha em nossa vida. Com base nesta metáfora, podemos discutir a estratégia da tomada de decisão.</p>
<p>Em primeiro lugar, os objetivos de vida precisam ser previamente definidos. Só se alcança um objetivo – ou se afere o quão próximos estamos dele – se o especificarmos antecipadamente, É necessário defini-lo em palavras – se possível por escrito, pois as palavras apenas ditas não cristalizam tão bem os pensamentos, e é possível cairmos em um redundante processo de perpétuamente rechecar as mesmas idéias&#8230;</p>
<p>Em segundo lugar é necessário ativar a colaboração dos aspectos mais inconscientes da mente, para que o engajamento na solução seja o melhor possível. A PNL usa vários recursos para nos auxiliar a definir objetivos e nos focalizarmos nas soluções. Um dos melhores deles é a chamada “Ponte-ao-Futuro”: visitamos futuros hipotéticos, onde jã fizemos uma escolha, e depois visitamos um outro, onde fizemos outra escolha e assim sucessivamente, até que, com esta prática em nossa imaginação, alcançamos uma melhor compreensão das dimensões de escolhas que dispomos.  Esta é uma das melhores maneiras de observamos de maneira completa o nosso comprometimento com cada uma destas escolhas.</p>
<p>Para quem tem alguma dificuldade em fazer isso, recomendo a leitura do livro “A Ponte para o Sempre”, de Richard Bach, que discorre o que poderia acontecer se, em um dado momento de nossas vidas, mudássemos a nossa escolha em um ponto critico, pequeno de início mas vital a longo prazo, pelos seus efeitos cumulativos.</p>
<p>Em termos de filmes de Hollywood, podemos também assistir “O Efeito Borboleta” (<em>The Butterfly Effect</em>), um filme mais leve mas que também explora esta questão, como cada microdecisão pode modificar totalmente o nosso futuro [1]. E há vários outros filmes no mesmo estilo, mas não cabe citá-los aqui.</p>
<p>Em terceiro, as soluções obtidas devem ser cuidadosamente avaliadas em sua relação custo-benefício e equilíbrio ecológico. Em outras palavras, estamos dispostos a abrir mão das outras coisas que também necessitam de nossos esforços e aplicarmos a soma de esforços necessária e suficiente para o sucesso em nosso objetivo planejado?</p>
<p>Para auxiliar nisso, pense em analisar, no momento que considerar uma decisão, um diagrama com as <strong>Vantagens</strong> e <strong>Prejuízos</strong>, <strong>Responsabilidades</strong> e <strong>Benefícios Secundários</strong> implicados na questão. Isso pode auxiliar a explicitar claramente o que está em jogo em sua tomada de decisão.<br />
<img style="vertical-align:text-top;" src="http://farm1.static.flickr.com/107/289510386_0f56ce02e3_o.jpg" alt="Matriz da Motivação" width="383" height="233" /><br />
Explicando melhor, há sempre fatores que nos incentivam a mudar e tomar uma decisão e há sempre fatores que nos desestimulam a tomar (ou manter) esta decisão. Deixá-los conscientes evita que as emoções negativas interfiram com o processo.</p>
<p>Os quadrantes I (<strong>Vantagens</strong>) e IV (<strong>Prejuízos</strong>) nos incentivam a mudar e tomar novas decisões, pois focalizam nossa atenção naquilo que é vantajoso obter (ou reduzir) quando mudamos.</p>
<p>Os quadrantes II (<strong>Responsabilidades envolvidas</strong>) e III (<strong>Beneficios secundários</strong> implícitos em nada fazer para mudar), nos desmotivam, facilitam conflitos internos (que consideramos “auto-sabotagem).</p>
<p>Em quarto, estamos comprometidos com o nosso ser integrado, com o alcance destas metas de tal maneira que elas tenham suficiente efeito motivacional? Além de percebermos racional e emocionalmente o nosso desejo de mudança, precisamos criar um momento <em>fiat lux</em>, ou um “cumpra-se”, internamente, que sirva de gatilho para a ação. Isto é obtido com a verificação ecológica de nossas motivações, algo que a PNL pode nos ajudar a fazer. Pode ser necessário que entremos em ação sem todas as informações necessárias; mas mesmo assim a nossa mente estará engajada em obter a melhor solução possível, e buscará fazer as correções de rumo que porventura ocorrerem.</p>
<p>Em quinto, que atitudes e comportamentos específicos podemos utilizar que serão úteis para este fim? Neste momento, uma cuidadosa seleção dos recursos cognitivo- fisiológicos- comportamentais disponíveis deve ser realizada.</p>
<p>Costumamos comentar que, em essência, cada indivíduo tem cinco tipo de recursos genéricos para empregar em seus esforços de sucesso: Tempo, Esforço, Dinheiro, Conhecimento e Atenção. Qualquer tipo de atitude, comportamento ou outra coisa qualquer que utilizamos é uma receita de bolo de um misto destes cinco componentes. Esta discussão está em outro artigo, neste site. [2]</p>
<p>Em sexto e último lugar, estamos abertos e perceptivos às oportunidades e eventos externos, sabendo utilizar da melhor forma possível as escolhas apresentadas (”saídas do labirinto”)? Neste momento precisamos ficar abertos à Deusa da Oportunidade. Os mais ligados em Física Quântica e na visão transpessoal da realidade podem neste momento falar em Sincronicidade [3], fatores acausais, sorte, Destino, visualização criativa, mentalismo etc. Isto depende da visão de mundo que quisermos adotar. O que importa é que achamos útil nos considerar abertos à essas oportunidades, sejam elas passíveis de influência pessoal ou não.</p>
<p>Para facilitar a compreensão e a execução destas seis etapas, vamos listá-las como os Seis Passos para a descoberta de uma boa solução para problemas:</p>
<p>1. Defina o problema em sua mente e faça perguntas sobre ele, para ajudar a sua mente a focalizar nas informações úteis para a resposta. Sature a mente consciente de informações.</p>
<p>2. Imagine o máximo possível de soluções, sem permitir o excesso de espírito crítico nesta etapa. Deixe o seu inconsciente “mastigar” os fatos e se orientar para a solução. Comprometa-se com a importância do que está fazendo e com o desejo da solução.</p>
<p>3. Analise as soluções obtidas de forma crítica e com a avaliação dos prós e contras de cada uma. Analise e teste todas as respostas, sejam racionais ou intuitivas. Aceite a ambiguidade das respostas e trabalhe a partir delas, não aguardando uma resposta “mágica” perfeita.</p>
<p>4. Desenvolva a concentração e a confiança na melhor solução possível após a análise feita. Uma “próação”, mesmo que imperfeita, é melhor que a inação. Decida entrar em ação.</p>
<p>5. Estabeleça um plano para utilizar todos os seus recursos de vida da melhor maneira possível, transformando a sua Solução – por enquanto ainda um Sonho &#8211; em um Projeto.</p>
<p>6. Não aguarde até ter todos os resultados, analisando de forma exaustiva todos os detalhes. Em poucos casos – normalmente em laboratórios – este procedimento é útil. Na vida real a ação mediana mas imediata supera estatisticamente em melhores resultados a ação perfeita mas atrasada. Experimente. Arrisque. Aprenda a confiar na Intuição.</p>
<p>Para facilitar a fixação mental do que falamos acima, e assim acelerar a absorção de uma estratégia genérica eficaz de resolução de problemas, vamos utilizar um recurso verbal útil, muito utilizado em Mnemotécnica. É a criação de acrósticos [4] e acrônimos [5].</p>
<p>Vamos elaborar um acrônimo que represente os valores que consideramos importantes em uma eficaz busca de objetivos, conforme citados acima:</p>
<p><strong>PARA OBTER ALGO NA VIDA<br />
PAGUE O PREÇO</strong><br />
<strong> P</strong>lanejamento<br />
<strong> R</strong>ealismo<br />
<strong> E</strong>ntusiasmo<br />
<strong> C</strong>omportamento<br />
<strong> O</strong>portunidades</p>
<p>Isto é, pagar o <strong>PREÇO </strong>para realizarmos o que queremos significa que devemos investir tempo em Planejar o que desejamos, e mantermos uma Realística percepção de nossas chances. Mas isto não significa trabalhar sem o importante Entusiasmo, que nos motivará a obter os melhores resultados. E também será necessário aprendermos a nos Comportarmos da melhor maneira, controlando as nossas atitudes e assim aproveitando o melhor possível as Oportunidades que a vida nos apresentar.</p>
<p>[1] <a title="Definição de &quot;Efeito Borboleta&quot;" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Efeito_borboleta" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Efeito_borboleta</a><br />
[2] <a title="Artigo &quot;Os 5 Recursos da Vida&quot;" href="http://azevedo.wordpress.com/2006/07/30/os-5-recursos-da-vida/" target="_self">http://azevedo.wordpress.com/2006/07/30/os-5-recursos-da-vida/</a><br />
[3] <a title="Definição de Sincronicidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sincronicidade" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Sincronicidade</a><br />
[4] <a title="Definição de acróstico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Acr%C3%B3stico" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Acr%C3%B3stico</a><br />
[5] <a title="Definição de acrônimo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Acr%C3%B4nimo" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Acr%C3%B4nimo</a></p>
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		<title>As 12 (ou 13) Crenças Irracionais e como superá-las</title>
		<link>http://azevedo.wordpress.com/2008/05/04/as-crencas-irracionais-albert-ellis/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 May 2008 04:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>

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		<description><![CDATA[Albert Ellis é um famoso psicólogo e psicoterapeuta, dissidente de Freud, falecido em 24 de julho de 2007 aos 93 anos, que desenvolveu a Terapia do Comportamento Emotivo Racional (TCER, mais conhecida pela sigla em inglês REBT &#8211; Rational Emotive Behavior Therapy).
Autor de 75 livros, durante trinta anos apresentava conferências sobre suas terapias, e contribuiu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=azevedo.wordpress.com&blog=280746&post=98&subd=azevedo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Albert Ellis é um famoso psicólogo e psicoterapeuta, dissidente de Freud, falecido em 24 de julho de 2007 aos 93 anos, que desenvolveu a Terapia do Comportamento Emotivo Racional (TCER, mais conhecida pela sigla em inglês REBT &#8211; <em>Rational Emotive Behavior Therapy</em>).</p>
<p>Autor de 75 livros, durante trinta anos apresentava conferências sobre suas terapias, e contribuiu em muito para o desenvolvimento das terapias cognitivas e comportamentais.</p>
<p>Numa época em que os modelos psicanalíticos estavam muito em voga, Ellis ensinava em Nova York que eles eram uma perda de tempo e era melhor que as pessoas praticassem os comportamentos de sucesso que desejavam desenvolver, ao invés de se questionarem por anos a fio do porquê manifestarem comportamentos inadequados.</p>
<p>Também  sugeria analisar os  comportamentos inadequados e eliciar (descobrir) as crenças irracionais que servem de base para tais comportamentos. E depois de destacar as consequências óbvias destes comportamentos, fazer um processo regressivo &#8211; isto é, do fim para o princípio &#8211; decidindo quais seriam os comportamentos desejados, estabelecer que crenças são adequadas para manifestar tais comportamentos e, por fim, praticar tais comportamentos até que tais crenças se tornassem naturais.</p>
<p>Ele tratava os distúrbios emocionais segundo o modelo <strong>ABC</strong>:</p>
<p>(A) Antecedentes<br />
(B) Beliefs (Crenças)<br />
(C) Consequências.</p>
<p>A técnica ABC ensina que, através de modelos cognitivos, as pessoas podem se conscientizar de que é possível superar suas próprias inibições através da detecção do que chamava de &#8220;pensamentos contraproducentes&#8221; e das crenças irracionais subjacentes, opondo a elas uma análise de sua sustentação empírica (baseada em fatos reais) e também do exercício de pensamentos e crenças mais úteis.</p>
<p>Os textos mais atuais tratam esta técnica como &#8220;ABCD&#8221;, sendo o (D) Debater, isto é, o confrontamento das crenças irracionais. Assim fica mais claro que apenas conhecer cognitivamente as (C) Consequências dos próprios comportamentos disfuncionais e das crenças irracionais não é suficiente; é necessário praticar comportamentalmente a mudança, isto é, o (D) Debate, seja no plano da linguagem ou da ação.</p>
<p>Os estudiosos de PNL (Programação Neurolinguística) muito se beneficiariam em estudar mais as teorias de Albert Ellis. Suas práticas são de fácil aplicação, sem necessidade de técnicas laboratoriais tão em voga nas terapias comportamentais atuais. A prática do metamodelo linguístico e do trabalho de modelagem, como também o trabalho de linguagem da PNL para a mudança de crenças, são muito enriquecidos com o conhecimento da REBT.</p>
<p>Entre os seus livros disponíveis no Brasil, estão &#8220;Como Conquistar sua Própria Felicidade&#8221;, &#8220;Fique Frio: como Manter a Calma em meio a pressões&#8221;, &#8220;Sexo sem culpa e sem medo&#8221; e &#8220;Caminho para a Libertação Feminina&#8221;. São meio difíceis de encontrar, mas espero que este post estimule as editoras (Ibrasa, Papelivros e Best Seller) a republicá-los&#8230;</p>
<p>Em 1970 Albert Ellis formulou uma lista de onze crenças irracionais, e asseverou que a oposição a elas produziria um ser humano mais satisfeito, motivado e eficiente.</p>
<p>O texto das crenças do autor está muito empolado para os dias atuais, e em alguns textos a lista das crenças difere ligeiramente. Já vi esta lista com doze itens.</p>
<p>Fazendo uma compilação de vários textos acabei encontrando treze itens importantes, ao invés de doze. E por isso aproveito para acrescentar minha contribuição, listando abaixo a minha interpretação, tanto da forma de listar as crenças irracionais quanto as sugestões do que considero a melhor abordagem cognitiva para sua confrontação.</p>
<p>Minhas Ressignificações:<br />
1 &#8211; Extrema necessidade para o adulto ser amado ou aprovado por outra pessoa significativa.<br />
Res: Os outros refletem o amor que sentimos por nós mesmos. Decida o que deseja ser, fazer e agir no mundo e se sentirá amado pela pessoa que mais importa: você mesmo.</p>
<p>2 &#8211; Certas pessoas são más e deveriam ser punidas.<br />
Res: Ser mau ou bom é um ponto de vista após o acontecido. O importante é agir de forma justa no presente, ao invés de analisar o passado.</p>
<p>3 &#8211; É horrível e catastrófico quando as coisas não são do jeito que gostaríamos que fossem.<br />
Res: Seria mais horrível se nunca houvesse nada inesperado. O mundo sem novidade é horroroso.</p>
<p>4 &#8211; A felicidade é externamente causada.<br />
Res: felicidade é um hábito interno, isto é, o mundo é um jogo divertido, e não uma luta feroz.</p>
<p>5 &#8211; Devemos ficar preocupados com as coisas que podem ser perigosas ou assustadoras.<br />
Res: O sentido do perigo é como a sirene do bombeiro: incômoda, mais muito útil. Mas quando já apagamos o fogo, não adianta deixar a sirene ligada. Prevenir-se de forma calma e atenta é muito mais garantido do que se preocupar.</p>
<p>6 &#8211; É mais fácil evitar do que enfrentar certas dificuldades ou responsabilidades.<br />
Res: evitar é correr em círculos, sem sair do lugar. Enfrentar é subir uma escada, cada degrau levando para algo</p>
<p>7 &#8211; Precisamos nos apoiar em alguém ou alguma coisa mais forte do que nós próprios.<br />
Res: Pense em uma tenda, onde todos os cordéis contrabalançam todos. Quando todos se sustentam e apoiam uns aos outros; somos em conjunto mais fortes.</p>
<p>8 &#8211; Deve-se ser inteiramente competente, adequado e realizador em todos os aspectos para ter valor.<br />
Res: ser perfeito é muito chato e cansativo. Fazer bem algo é muito mais satisfatório do que fazer de tudo de forma medíocre.</p>
<p>9 &#8211; O passado de alguém é um determinante do seu comportamento para sempre.<br />
Res: O passado é história, e o que conta é a interpretação dela no presente. Interprete-a da forma mais positiva possível e ela lhe servirá para um futuro melhor.</p>
<p>10 &#8211; Há uma solução certa, precisa e perfeita para os problemas humanos e precisamos encontrá-la para controlar a situação.<br />
Res: Só há uma solução única para problemas préviamente montados com soluções convergentes, tais como questões de escola. Na vida, os problemas são questões de soluções divergentes, isto é, &#8220;cobrir um santo descobrindo um outro&#8221;. As soluções reais são sempre uma questão de equilíbrio entre vários fatores.</p>
<p>11 &#8211; Os problemas e as preocupações de outras pessoas devem nos preocupar.<br />
Res: Cada um tem sua cota de desafios no jogo da vida. Resolver os desafios dos outros torna o jogo de todos muito chato.</p>
<p>12  &#8211; As pessoas têm pouca ou nenhuma habilidade para controlar seus distúrbios emocionais e como se sente.<br />
Res: A Habilidade vem com a prática.</p>
<p>13 &#8211; Não fazer nada ou protelar uma solução pode ajudar na resposta a uma solução de conflito.<br />
Res: há pouquíssimas chances do adiamento ou protelação ser eficaz. É estatísticamente mais útil jogar uma moeda para o ar e fazer a opção que ocorrer. E é ainda mais útil esforçar-se para decidir a melhor solução, a partir do método de solução de problemas mais prático de todos, conforme descrito abaixo.</p>
<p><strong>MÉTODO DE SOLUÇÃO DE PROBLEMAS &#8220;OPADIA&#8221;</strong><br />
(Orientação / Problema / Alternativas / Decisão / Implementação / Verificação)</p>
<p><strong>Orientação</strong><br />
- distancie-se emocionalmente da questão;<br />
<strong>Problema</strong><br />
- reconheça o problema e defina-o de forma sintética;<br />
- especifique o que quer no lugar, isto é, a solução;<br />
- transforme-a em uma pergunta, isto é, &#8220;como consigo sair daqui e chegar ali?&#8221;;<br />
<strong>Alternativas</strong><br />
- colha informações;<br />
- examine como e onde ocorre e como e onde não ocorre o problema e as soluções satisfatórias;<br />
- liste hipóteses alternativas possíveis para a solução;<br />
<strong>Decisão</strong><br />
- analise o custo/benefício de cada alternativa;<br />
- tome a decisão de aplicar uma das alternativas, mesmo que de forma provisória;<br />
<strong>Implementação</strong><br />
- acompanhe os efeitos da aplicação desta alternativa;<br />
- crie uma estratégia para manter de forma constante a nova solução;<br />
<strong>Verificação</strong><br />
- avalie se a implantação da alternativa atingiu os critérios da solução desejada préviamente;<br />
- se não atingiu, faça um novo ciclo de análise do problema, até ficar satisfeito com os resultados;<br />
- faça checagens periódicas, seja para manter ou para aprimorar a solução, readequando às mudanças ambientais.</p>
<p>Se quiser ler um pouco mais sobre as diferentes correntes de psicoterapia, acesse esta <a title="Abpb Brasil" href="http://www.abpbrasil.org.br/boletim/exibBoletim/imprimir.php?bol_id=6&amp;boltex_id=31" target="_blank">página</a> .</p>
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	</item>
		<item>
		<title>O que é PNL e sua relação com o Coaching?</title>
		<link>http://azevedo.wordpress.com/2007/09/30/o-que-e-pnl-e-sua-relacao-com-o-coaching/</link>
		<comments>http://azevedo.wordpress.com/2007/09/30/o-que-e-pnl-e-sua-relacao-com-o-coaching/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 17:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[PNL]]></category>

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		<description><![CDATA[Me perguntaram por email sobre a relação da PNL com o Coaching.Coaching é um nome que está sendo utilizado para um trabalho de aconselhamento e orientação  mais aprofundado, tanto na área profissional quanto pessoal. Vale a pena visitar e conhecer os dois principais fóruns em português no Yahoogroups, sobre PNL e Coaching, em :
PNL-Brasil:
http://br.groups.yahoo.com/group/pnlbr/
Coaching-Brasil:
http://br.groups.yahoo.com/group/coachingbr/
A [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=azevedo.wordpress.com&blog=280746&post=39&subd=azevedo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Me perguntaram por email sobre a relação da PNL com o Coaching.Coaching é um nome que está sendo utilizado para um trabalho de aconselhamento e orientação  mais aprofundado, tanto na área profissional quanto pessoal. Vale a pena visitar e conhecer os dois principais fóruns em português no Yahoogroups, sobre PNL e Coaching, em :</p>
<p>PNL-Brasil:<br />
<a href="http://br.groups.yahoo.com/group/pnlbr/">http://br.groups.yahoo.com/group/pnlbr/</a></p>
<p>Coaching-Brasil:<br />
<a href="http://br.groups.yahoo.com/group/coachingbr/">http://br.groups.yahoo.com/group/coachingbr/</a></p>
<p>A PNL é um estudo sobre a experiência subjetiva, que foi desenvolvida e/ou adaptada por Richard Bandler e John Grinder na década de setenta, a partir de estudos da Linguística, Etologia, Neurociência, Hipnoterapia, Gestalterapia, Terapia Familiar e do trabalho sobre Modelagem de Watzlavick, Edmond Hall e outros autores. É uma abordagem pragmática &#8211; isto é, voltada para resultados &#8211; e que utiliza técnicas de linguística, psicologia, teoria dos sistemas, cibernética e hipnose para obter mudanças rápidas em indivíduos e, também, em organizações.</p>
<p>E porquê a PNL está sendo tão utilizada em treinamento profissional? A PNL estuda a comunicação eficaz, particulamente a persuasiva, a de mudança de percepção e de atitude, a motivadora. E o que é um treinamento, principalmente o treinamento organizacional, do que uma tentativa de mudar comportamentos e atitudes?</p>
<p>Lógico que um conhecimento de PNL pode beneficiar um profissional de treinamento&#8230;  Mas isto não significa que ele fará as coisas radicalmente diferente: apenas que buscará entender melhor sobre como o que faz modifica a experiência subjetiva de seus alunos. Por isso é que a PNL está sendo cada vez mais estudada na área de Aprendizagem.</p>
<p>Escrever extensamente sobre PNL não cabe aqui, mas remeto você ao ótimo site Golfinho, em <a href="http://www.golfinho.com.br/" target="_blank">http://www.golfinho.com.br</a> . E encontrará centenas de textos interessantíssimos, livros resenhados, um fórum sobre PNL, indicações de cursos e muito mais.</p>
<p>O Coaching seguiu uma trilha paralela, nos últimos quinze anos. A partir do sucesso do Coaching Esportivo &#8211; isto é, da cada vez maior influência dos treinadores/aconselhadores junto a atletas em todos os esportes &#8211; vários princípios de trabalho em equipe, motivação, liderança foram absorvidos para a área organizacional e, também, para a área pessoal. A influência do &#8220;técnico&#8221; (a tradução mais literal para &#8220;coach&#8221;) no aproveitamento do potencial de uma equipe acabou servindo como metáfora para o trabalho dentro das organizações.</p>
<p>Assim, começou a vingar a figura do &#8220;Coaching Profissional&#8221;, notadamente em termos de &#8220;Coaching de Carreira&#8221; e &#8220;Coaching Executivo&#8221;. E também a aparecer a proposta de &#8220;Coaching de Vida&#8221;, isto é, um trabalho de orientação individual, pessoal.</p>
<p>Malgrado a polêmica sobre a possível zona de confusão sobre o que é coaching e o que é psicoterapia no trabalho individual &#8211; e que para mim está bem clara: coaching trata de acompanhamento e seguimento de metas diárias do indivíduo avassalado por problemas de prioridades no mundo moderno, e psicoterapia é um trabalho de autoconhecimento para melhoria de graves dificuldades emocionais &#8211; o Coaching tem tudo para se tornar uma profissão reconhecida, talvez em mais de cinco e menos de dez anos.</p>
<p>Mas a conexão entre PNL e Coaching? A PNL é uma ferramenta &#8211; ou um conjunto de ferramentas, melhor dizendo &#8211; dos quais os profissionais de Coaching se beneficiam. Diria que a PNL é um dos arcabouços teóricos do Coaching. PNL é uma conceituação, e Coaching é um procedimento de ajuda.</p>
<p>Muitos confundem, dizendo que existem &#8220;profissionais de PNL&#8221;. Não vejo deste modo. A PNL não é uma profissão, e sim uma linha de estudo, para ser utilizada em benefício a qualquer profissão que lide com a comunicação e a motivação humanas. A PNL é uma ferramenta. O Coaching não, é um estilo de profissional de apoio, tal como existem assistentes sociais, psicoterapeutas, consultores e professores. Ainda não é uma profissão regulamentada aqui no Brasil, mas o futuro dirá. Atualmente, nos Estados Unidos, o Coaching, tanto organizacional quanto profissional, virou práticamente uma profissão, apesar de também não ser regulamentada por lá.</p>
<p>Alguns usam títulos específicos, tais como &#8220;pnelista&#8221; ou &#8220;hipnoterapeuta&#8221;, para profissionais que utilizam as ferramentas da PNL ou da Hipnose no seu dia a dia, para ajudar pessoas. Apesar de entender que o uso da língua é uma convenção, e que muitas coisas que são potencialmente erradas podem acabar se tornando um padrão comum na linguagem, aproveito este momento para enfatizar que é melhor distinguirmos o que é  uma ferramenta, e lembrar que uma ferramenta não deveria sempre se tornar o nome de uma profissão.  Por exemplo, não dizemos que um médico que utilize um bisturi no seu dia a dia seja um &#8220;bisturólogo&#8221;. No máximo acrescentamos uma especialidade: &#8220;médico-cirurgião&#8221;, ou &#8220;médico-anestesista&#8221;.</p>
<p>Por isso, vejo com algumas restrições o uso costumeiro de palavras referentes a ferramentas para denominar especializações profissionais. Um psicoterapeuta que faz hipnose é, ainda um psicoterapeuta, e não um hipnoterapeuta&#8230;. E um profissional de Coaching que faz hipnose ou PNL continua sendo um profissional de Coaching, não é um &#8220;hipnólogo&#8221; ou &#8220;pnelista&#8221;&#8230;</p>
<p>Para mim existem profissionais de Psicoterapia, de Coaching, de Treinamento, de Liderança, de Negociação, de Aprendizagem, etc, que aplicam a PNL. Se estão aconselhando alguém individualmente, de acordo com os seus objetivos, nível de aprofundamento e formação, estão ensinando, fazendo coaching ou psicoterapia. São três níveis de aprofundamento:</p></div>
<ul>
<li>informativo &#8211; ensino, treinamento e aprendizagem. Básicamente focado em fatos.</li>
<li>orientação, motivação e apoio &#8211; coaching e mentoring. Básicamente focado em motivação.</li>
<li>analítico e reflexivo/psicoterápico &#8211; psicoterapia. Básicamente focado em auto-conhecimento.</li>
</ul>
<div style="text-align:justify;">Assim, o Coaching é, em última análise, um nível intermediário no processo de motivação e auxílio no desenvolvimento do potencial humano, e como tal deve ser encaixado, até em futuras descrições de cargo organizacionais.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/azevedo.wordpress.com/39/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/azevedo.wordpress.com/39/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/azevedo.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/azevedo.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/azevedo.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/azevedo.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/azevedo.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/azevedo.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/azevedo.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/azevedo.wordpress.com/39/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/azevedo.wordpress.com/39/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/azevedo.wordpress.com/39/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=azevedo.wordpress.com&blog=280746&post=39&subd=azevedo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Mensagens subliminares e desenvolver qualidades</title>
		<link>http://azevedo.wordpress.com/2007/08/26/mensagens-subliminares-e-desenvolver-qualidades/</link>
		<comments>http://azevedo.wordpress.com/2007/08/26/mensagens-subliminares-e-desenvolver-qualidades/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Aug 2007 02:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>

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		<description><![CDATA[Transcrevo abaixo uma troca de emails que pode ser interessante, como comentário sobre o desenvolvimento de habilidades e o uso de técnicas de mensagens subliminares. A mensagem foi enviada para mim dia 22 de Outubro e pedi autorização para transcrever em meu site:
Pergunta
Caro Antonio:
Leio as suas mensagens nos fóruns como golfinho, mapas mentais, etc.
Queria se [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=azevedo.wordpress.com&blog=280746&post=38&subd=azevedo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Transcrevo abaixo uma troca de emails que pode ser interessante, como comentário sobre o desenvolvimento de habilidades e o uso de técnicas de mensagens subliminares. A mensagem foi enviada para mim dia 22 de Outubro e pedi autorização para transcrever em meu site:<b></b></p>
<p><b>Pergunta</b></p>
<p>Caro Antonio:</p>
<p>Leio as suas mensagens nos fóruns como golfinho, mapas mentais, etc.</p>
<p>Queria se possível que desse a sua opinião sobre a idéia que coloquei abaixo:</p>
<p>Seguinte, estou querendo utilizar mensagens subliminares para meu aperfeiçoamento pessoal, logo resolvi gravar no PC afirmações com temas sobre memória, exemplos: &#8216;Você tem uma memória superpoderosa&#8217;, &#8216;Você lembra de fatos e detalhes facilmente&#8217;; inteligência, disciplina, etc.</p>
<p>Depois gravar essas mensagens em CD e ouvir com o volume bem baixo para minha mente consciente não ouvir o que está sendo dito(ouvir que está sendo dito algo, mas não conseguir ouvir o que) Já fez algo do tipo? Pela sua experiência, pensa que pode funcionar?</p>
<p>Pois tenho o objetivo(longo prazo) de ser um excelente psicólogo e filósofo e sei que para isso vou ter que ler e estudar muito, analisando um pouco a vida dos grandes gênios da ciências e grandes filósofos percebi a linha comum que liga todos eles, a sua extrema força de vontade em buscar o que querem. Refletindo sobre isso cheguei a conclusão que não tenho tamanha &#8221;vontade&#8221;(e não sou um gênio) assim, busco nas mensagens subliminares uma das soluções para esse meu problema.</p>
<p><b>Resposta</b></p>
<p>Salve!</p>
<p>Se você gosta tanto de mensagens subliminares, lembre-se que elas não precisam ser inaudíveis ao consciente para alcançarem o inconsciente. Ao contrário, porquê não permitir que o consciente também colabore para este processo? Porquê encarar o consciente como um inimigo do processo de mudança? Isto não faz sentido&#8230;</p>
<p>Desde o seu nascimento você foi sugestionado por muitas coisas que viu, leu ou ouviu, em filmes, livros e na vida real. Tudo passou pelo seu consciente e foi meditado. E depois foi para o seu inconsciente. O seu consciente foi uma &#8220;peneira crítica&#8221;, e esta é a função dele. Mas não significa que ele seja uma barreira, o que ele não é. Ele apenas ajuda no processo de avaliação e julgamento, antes que algo se torne um comportamento automático.</p>
<p>Os comandos subliminares foram pensados como forma de ultrapassar a barreira crítica, <i>quando o consciente não concorda com o seu conteúdo</i>. Isto é diferente de acreditar que os comandos subliminares sejam mais &#8220;rápidos&#8221; ou mais &#8220;efetivos&#8221;. Isto eles não são.</p>
<p>E isto nos faz retornar ao seu CD de &#8220;mensagens subliminares&#8221;. Você, conscientemente, escolheu tais mensagens. E deseja que façam efeito. Isto é, a sua parte consciente também quer este resultado, não é?</p>
<p>Pensar que, no momento de proceder a sugestão, o seu consciente pode atrapalhar o processo, é apenas uma visão &#8220;mágica&#8221; e, se me permite dizer, um pouco ingênua de como funciona o processo de auto-sugestão. Achamos que o &#8220;misterioso&#8221; e &#8220;desconhecido&#8221; funcionam melhor&#8230; Isto nos emociona, por algum tempo, e nos faz crer que estamos sendo &#8220;levados&#8221;, de maneira compulsória, em direção a um resultado.</p>
<p>Mas será que é este tipo de atitude que desejamos desenvolver em nós mesmos? Que podemos ser um joguete de forças sugestivas externas, sem análise consciente?</p>
<p>De início não acho obrigatóriamente necessário que tais mensagens sejam subliminares; a história já provou que muitos grandes homens (e grandes mulheres) utilizaram este tipo de lembrete de forma bastante consciente, e paulatinamente fizeram efeito.</p>
<p>A questão que quero ressaltar é que não é exatamente a força de vontade destas pessoas que as tornou grandes; foi o hábito. Isto é, bons hábitos de vida, tanto em cuidar do corpo, como rotinas úteis de organização do tempo, de aprendizado, de trabalhar em suas metas etc.</p>
<p>Se você observar qualquer grande realização, observará que ela foi composta de pequeniníssimos tijolinhos, curtos blocos de ação, fáceis de serem realizados.</p>
<p>O que diferencia uma pessoa comum de uma pessoa considerada &#8220;grande&#8221; é que os tijolinhos (do dia a dia) da pessoa ilustre foram mais direcionados para uma tarefa específica, com um objetivo digno e produtivo, ao invés de serem espalhados entre dezenas de atividades de curto prazo, muitas delas apenas uma forma de espairecer, de passar o tempo.</p>
<p>Ressalto: o que diferencia uma pessoa &#8220;grande&#8221; de outra que foi considerada, pelo seu histórico, como &#8220;comum&#8221;, não é uma enorme força de vontade, qualidades de inteligência, criatividade, intuição ou percepção incomuns; é, isto sim, uma visão, uma meta definida, um objetivo, cuidadosamente trabalhado, dia após dia, com paciência e confiança, sabendo dizer &#8220;não&#8221; vez por outra para outras coisas e afazeres, sofrendo algumas restrições de tempo e até algum cansaço extra, na busca de sua meta, mas nada assim tão diferente, tão heróico quanto possa parecer à distância&#8230;</p>
<p>Com o tempo, a dedicação a uma meta digna treina a pessoa, e esta se torna uma especialista no que acredita. O somatório deste conhecimento transparece em sua linguagem e em sua atitude, e os outros passam a reconhecê-la como uma pessoa &#8220;grande&#8221;. Mas isto não significa que ela tenha deixado de ser humana, e ainda é possível que erre muito. No entanto, este é o único caminho para o sucesso e a grandeza: o trabalho regular, organizado, em uma meta de sucesso objetiva.</p>
<p>Isto trará melhores resultados do que apenas o processo auto-hipnótico de se inculcar mensagens de melhores qualidades e características&#8230; Estas habilidades vêm naturalmente, quando se treina o uso delas para um objetivo específico e motivante. Não adianta muito estimular as habilidades de forma dissociada de um objetivo.</p>
<p>Por isto, digo: dedique agora um bom tempo para meditar sobre o seu futuro e seus projetos de vida. Eleja algo importante, digno e útil que pretenda realizar no futuro. E comece a realizar tal objetivo, de forma progressiva, metódica, e buscando desenvolver as habilidades necessárias que você considera úteis para este objetivo. Reconheça que os resultados serão lentos &#8211; é assim com todo mundo. Mas se você mantiver a visão em um objetivo digno, este lhe será motivador, e facilitará que desenvolva as qualidades que deseja.</p>
<p>Espero que você continue neste seu caminho de progresso. Acho ótimo que esteja pensando de maneira tão responsável em seu próprio auto-desenvolvimento. Isto é algo digno de nota e tenho certeza que lhe ajudará muito em seu futuro.</p>
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		<title>Tomada de Decisão Inconsciente: Técnica dos Dedos</title>
		<link>http://azevedo.wordpress.com/2006/12/27/tomada-de-decisao-inconsciente-tecnica-dos-dedos/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Dec 2006 22:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hipnose]]></category>
		<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[indução]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é o texto-base de um exercício gravado em mp3, que é enviado para aquelas pessoas que precisam desenvolver uma maneira melhor de conversar com a própria mente inconsciente e assim tomarem decisões com mais facilidade, sem conflitos internos. São feitas adaptações para cada caso, mas a base conceitual é a mesma.   TÉCNICA [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=azevedo.wordpress.com&blog=280746&post=30&subd=azevedo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Este é o texto-base de um exercício gravado em mp3, que é enviado para aquelas pessoas que precisam desenvolver uma maneira melhor de conversar com a própria mente inconsciente e assim tomarem decisões com mais facilidade, sem conflitos internos. São feitas adaptações para cada caso, mas a base conceitual é a mesma.<img src="http://images.azevedo.multiply.com/image/3/photos/journal/300x300/19-1.gif?enctoken=UmFuZG9tSVYIMfPT6GN.8SreLZJZFyZ9Ept56PAHiCNEaOb9SGxjO,tyjbbiZsphEd,UW8V62LU=" style="width:98px;height:149px;" />   TÉCNICA DOS DEDOS</p>
<p>Você gostaria de saber sobre maneiras de se comunicar com o seu inconsciente de forma confortável e tranqüila. Isso é muito bom, pois, quando nos comunicamos regularmente com aspectos mais profundos de nosso ser, torna-se muito mais difícil somatizarmos de maneira desagradável. Acredito que pertubações físicas, quando provem de causas emocionais, são um desesperado apelo de nossas partes inconscientes, já que não estamos ouvindo-as normalmente no dia-a-dia&#8230;</p>
<p>Pergunto-me as vezes qual e a forma de meditação que usa normalmente&#8230; Se é um tipo muito estruturado, onde o seu você consciente fala muito e fica projetando coisas para a mente inconsciente, devo lhe dizer que isso já é bom, mas não é suficiente. O ideal e que permitamos que a mente inconsciente, o porta-voz de nossas partes ainda mais profundas e sutis, possa se comunicar do jeito que preferir, desde que seja algo realmente gratificante para os dois aspectos complementares de nossa mente.</p>
<p>Meditar é o que o nome diz&#8230; servir de meio, de instância média entre partes que normalmente estão separadas&#8230; E aproxima-las, não necessariamente através do uso de &#8220;palavras especiais&#8221; ou focalizando a atenção em determinados tipos de pensamentos. E meditação não e relaxamento. Relaxamento e só uma preparação, uma primeira parte, útil e adequada, sem duvida, mas não substitui, de maneira alguma, a verdadeira meditação.</p>
<p>Sugiro que você tenha uma sessão de relaxamento especifica para relaxar&#8230; O que? Isso mesmo. Relaxamento é relaxamento, algo muito bom para o corpo, e um corpo relaxado facilita que a mente possa meditar. Mas, às vezes, preocupamo-nos tanto com o relaxamento que esquecemos da verdadeira meditação.</p>
<p>Em momentos diferentes, ocupe-se de meditar&#8230; Esta meditação pode começar com um pequeno relaxamento, nada muito especial. Mas o principal e que, neste momento, paremos para ouvir a mente interior, a parte do nosso &#8220;iceberg&#8221; mental que está por baixo do nível da consciência objetiva&#8230;</p>
<p>E como devemos &#8220;ouvir&#8221; essa mente interna? Da maneira mais simples possível. O principal e a atitude emocional, uma disposição amigável, realmente interessada em entender e compreender estas partes mais profundas. Para alguns, pode ajudar visualizar esta conversa como se estivesse na presença de um Grande Ser interior ou na forma de uma Assembléia de Aspectos do Ser, composta de inúmeras &#8220;seções de ser&#8221;, cada uma representando um dos papéis que compõem a Identidade Pessoal.</p>
<p>Detalhe: reiteramos que não devemos confundir esta experiência com um contato com algo &#8220;fora de nós&#8221;. E preferível que compreendamos que todos estes aspectos internos são isso mesmo, aspectos, facetas do diamante multifacetado que é a mente humana.</p>
<p>Existe uma forma poderosa de estimular esta &#8220;conversa&#8221; interna, de modo a entendermos de forma mais fácil as respostas a perguntas especificas que possamos fazer. Podemos atribuir a cada uma destas partes internas o comando de uma parte do corpo. Isso pode parecer a algumas pessoas algo desconfortável, mas é isso que se da normalmente no dia-a-dia, quando somatizamos alguma emoção ou reação do momento. Ao levarmos um susto, por exemplo, nosso estômago dói, nossa boca fica seca. Determinadas partes do corpo acusam principalmente a tensão, a resposta emocional. Porque não usar isso então como uma vantagem, de forma positiva e intencional? Se é desta maneira mesmo que o nosso corpo interage com a nossa mente, não precisamos ficar apenas aguardando que o nosso corpo nos transmita mensagens do inconsciente. Podemos tomar a iniciativa da conversa.</p>
<p>Uma maneira interessante de fazer isso é atribuindo o controle de um dedo da mão menos forte (isto e, menos consciente ou menos destra) para um destes aspectos menos conscientes. E como se faz isso? Apenas pedindo que este mexa o dedo (ou apresente uma sensação diferente), como resposta a uma indagação direta. Não importa muito os detalhes de como vamos pedir isso a essa parte. O importante é fazê-lo com sinceridade e esperar com paciência que estas partes internas se &#8221; adaptem&#8221; a esta forma especial de se comunicar&#8230; O que pode levar alguns minutos.</p>
<p>O melhor do que falar muito a respeito é experimentar. Não é difícil entender o processo, depois de testar algumas vezes. E o incremento em capacidade de comunicação mental é imenso, surpreendente, mostrando que nossas partes internas percebem quando abrimos espaço para o diálogo. E isso pode fazer com que a somatização indevida desapareça como por encanto.</p>
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		<title>Metas de Vida &#8211; Life Coaching</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Nov 2006 18:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>

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		<description><![CDATA[Abaixo uma apresentação em slides sobre Metas de Vida.

Artigos
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Abaixo uma apresentação em slides sobre Metas de Vida.</p>
<p><object type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' data='http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?id=8728&#038;doc=metas-de-vida-16021' width='425' height='348'><param name='movie' value='http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?id=8728&#038;doc=metas-de-vida-16021' /><param name='allowFullScreen' value='true' /><param name='allowScriptAccess' value='always' /></object></p>
<p><a href="http://azevedo.wordpress.com/artigos/">Artigos</a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/azevedo.wordpress.com/45/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/azevedo.wordpress.com/45/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/azevedo.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/azevedo.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/azevedo.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/azevedo.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/azevedo.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/azevedo.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/azevedo.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/azevedo.wordpress.com/45/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/azevedo.wordpress.com/45/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/azevedo.wordpress.com/45/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=azevedo.wordpress.com&blog=280746&post=45&subd=azevedo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Os 5 Recursos da Vida</title>
		<link>http://azevedo.wordpress.com/2006/07/30/os-5-recursos-da-vida/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Jul 2006 22:23:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[PNL]]></category>

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		<description><![CDATA[Várias pessoas lêem na PNL que possuimos todos os recursos necessários, em nossa mente consciente ou inconsciente, para obtermos tudo que desejamos.Tal afirmativa, além de parecer auto-confiante demais, conflita com a visão pessoal e a frequentemente baixa auto-estima de muita gente. Elas pensam: &#8220;como assim eu já tenho dentro de mim tudo o que preciso? [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=azevedo.wordpress.com&blog=280746&post=33&subd=azevedo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Várias pessoas lêem na PNL que possuimos todos os recursos necessários, em nossa mente consciente ou inconsciente, para obtermos tudo que desejamos.Tal afirmativa, além de parecer auto-confiante demais, conflita com a visão pessoal e a frequentemente baixa auto-estima de muita gente. Elas pensam: &#8220;como assim eu já tenho dentro de mim tudo o que preciso? Eu já sei a resposta de todos os meus problemas? Vasculho dentro de mim e não acho nada&#8230; &#8220;.</p>
<p>Este tipo de dificuldade é usual. A afirmativa pura e simples &#8220;Confie na mente inconsciente&#8221;, um truísmo muito usado pela Neurolinguística, faz com que várias pessoas ou se arrisquem sem muita base em um novo projeto ou, ao contrário, quedam-se inermes, esperando infrutíferamente que algo aconteça, ou um &#8220;gênio interior&#8221; assuma seu corpo e sua mente para resolver todas as questões necessárias, urgentes e pendentes de suas vidas&#8230;</p>
<p>Vamos analisar um pouco mais esta afirmação. Quando a PNL diz &#8220;você já tem dentro de você tudo o que você precisa&#8221; visa fazer com que o indivíduo se focalize em suas próprias habilidades e capacidades, e não em suas limitações. Isto é um truísmo &#8211; porquê é óbvio que todos nós devemos e iremos resolver nossas questões de vida a partir dos recursos, habilidades, competências, conhecimentos e oportunidades de que dispomos, seja agora, seja daqui a pouco, com o esforço de ampliação destes mesmos recursos, habilidades, competências, conhecimentos e oportunidades que conseguirmos obter.</p>
<p>A intenção é redirecionar a mente para aquilo que é realmente eficaz &#8211; agir a partir do que se tem &#8211; ao invés de apenas suspirar pelos cantos, ansiando pelo que não se tem. Não obstante, mesmo assim, algumas pessoas continuam obcecadas pelo que lhes falta. Ficam historiando suas falhas e fazendo um rol de acontecimentos tristes passados que justifiquem as suas limitações e bloqueios. Isso acontece muito em situações de coaching, isto é, situações onde estamos orientando pessoas para definir metas e estabelecer projetos de melhoria em suas vidas pessoais e profissionais.</p>
<p>Definir um projeto de vida é dependente daquilo que está motivando e interessando o indivíduo no momento &#8211; e isto pode ser um fio da meada para que se façam progressivas mudanças pessoais, profissionais e comportamentais que acabem se tornando bem radicais, que modifiquem completamente a vida em um período de dez ou quinze anos&#8230; É claro que este tempo permite que uma pessoa se engaje em uma busca objetiva pelas habilidades e recursos que ainda lhe falta e, assim, consiga chegar a um ponto de melhoria bem além do que sua imaginação possa abarcar no presente.</p>
<p>Para &#8220;baixar a bola&#8221; um pouco da angústia que acomete nestas horas, sempre sugiro que se escolha apenas um projeto de vida, não o projeto de vida. E comprometendo-se com ele por um período pequeno, digamos apenas três meses, e não para o resto da vida, cada um pode experienciar em si a sensação de se focar em plenitude, sem objeções. Experimentar se motivar é um pouco como uma experiência de faz-de-conta: faça de conta que você tem certeza de que aquilo que você está fazendo é aquilo que sempre sonhou&#8230;</p>
<p>Isto é, aceite as suas habilidades múltiplas e pense em como fazer uma sinergia entre estas habilidades, desenvolvendo uma especialidade só sua. Não se preocupe, por exemplo, em preencher um escaninho pré-fabricado de emprego &#8211; pense primeiro em você, em como você tem um misto de capacidades suas, e como vendê-las às instituições, dando a elas o que elas querem, através da forma como você quer.</p>
<p>E o que isto tem a ver com a frase &#8220;você tem dentro de si mesmo todos os recursos que precisa&#8221;? Esta frase nos redireciona a confiar que aquilo que nós não temos, somos capazes de desenvolver. E o ponto principal em mente é o que chamamos de recursos. O que são recursos? São tudo aquilo o que podemos lançar mão para fabricar aquilo de que precisamos. Recursos não são necessáriamente soluções prontas, e sim matéria-prima para engendrarmos soluções específicas. Quando estiver vasculhando a sua mente interior na busca de recursos, não espere encontrar soluções prontas, pré-fabricadas.</p>
<p>Percebi que nossos recursos clássicos são aquilo que genéricamente chamamos de dimensões ou parâmetros, aqueles eixos da escala de medida com os quais costumamos avaliar os resultados de alguma coisa. Quando medimos algo, normalmente usamos o tempo e o dinheiro como escala, correto? Vários parâmetros medem maneiras de avaliar um determinado processo de atingimento, sendo que alguns parâmetros só servem para máquinas, tais como o potencial elétrico ou a tonelagem por metro quadrado. E os parâmetros da escala humana normalmente são o <span style="font-weight:bold;">Tempo,</span> o <span style="font-weight:bold;">Dinheiro,</span> o <span style="font-weight:bold;">Esforço,</span> o <span style="font-weight:bold;">Conhecimento</span> e a <span style="font-weight:bold;">Atenção.</span></p>
<p><img src="http://farm1.static.flickr.com/46/144351702_66a42af127_o.gif" style="display:block;text-align:center;cursor:pointer;margin:0 auto 10px;" border="0" /></p>
<p>Tempo, dinheiro e esforço são fácilmente mensuráveis, mas conhecimento e atenção não. Isto acontece porque são atributos primeiramente mentais, sendo o conhecimento mais pertinente ao hemisfério esquerdo e a atenção (e o interesse, a motivação e a expectativa, imbuídos nela) mais pertinente ao hemisfério direito do cérebro.</p>
<p>Quando focalizamos que o desenvolvimento de uma habilidade ou competência é fruto do balanceamento pessoal da aplicação destes cinco recursos básicos &#8211; ou recursos-fonte, se assim o preferir &#8211; despersonalizamos a idéia de limitação pessoal.</p>
<p>Se para um projeto específico precisamos desenvolver um conhecimento ou tecnologia que não temos, basta se perguntar: &#8220;posso dispor do tempo (físico externo, em relação a uma data pré-estipulada), dinheiro (social), esforço (disposição e energia física) e atenção (motivação e energia emocional) suficientes para alcançar este nível de conhecimento? &#8220;.</p>
<p>Este questionamento nos faz perceber que devemos aprender a fazer equilíbrio dos recursos. Isto é, se aplicarmos todo o nosso tempo e dinheiro disponível para obter uma meta, é claro que faltará recursos para outra, mesmo que nos sobre esforço, conhecimento e atenção&#8230;</p>
<p>Algumas vezes os recursos podem ser intercambiáveis &#8211; se só podemos investir pouco dinheiro, devemos investir mais tempo, esforço e atenção para obter o conhecimento necessário para alcançar o que desejamos.  Na maioria das situações, contudo, é necessário alocar um pouco em cada uma destas cinco dimensões ou parâmetros, se realmente queremos ser realistas em nossa busca de resultados.</p>
<p>Este processo de analisar a apropriação dos recursos nos auxilia a estruturar nosso planejamento de vida e nossa estratégia de realização, bem como nos proteger das supostas limitações que reconheçamos em nossa personalidade e ambiente.</p>
<p>&#8220;Valorize seus pontos fortes e proteja seus pontos fracos&#8221; dizia a sabedoria antiga dos índios Sioux. Focalize a atenção naquilo que você tem de melhor, através dos cinco recursos de vida que todos nós usamos e, daquilo que você tem pouco, compense com aquilo que você tem muito.</p>
<p>Os Sioux também diziam: &#8220;e saiba usar bem a sua imaginação, a seu favor, e não contra você&#8221;. Não queriam dizer com isso apenas que se pode transformar os pensamentos de derrota e fracasso em pensamentos de sucesso apenas com a prática imaginativa, com o uso de imagens mentais. Isso é possível e viável, mas é importante destacar que os pensamentos de fracasso se tornam parte do problema e que modificá-los é, também, parte da solução.</p>
<p>A análise dos cinco recursos são uma mágica arca do tesouro dentro de sua mente inconsciente. Acompanhados de uma ação de sucesso, a redistribuição dos recursos é uma atitude pro-ativa mais genérica, que nos permite ter mais confiança na capacidade de auto-melhoria &#8211; ou de auto-ajuda, apesar de alguns não gostarem desta palavra&#8230;</p>
<p>Os pensamentos sobre o processo de mudança se tornam mais pragmáticos e organizados, criando sensações de bem-estar. E assim torna-se mais fácil estruturar uma linha de ação para a solução dos problemas, abrangendo os aspectos físicos, sociais, emocionais e cognitivos, de uma maneira sistêmica.</p>
<p>Antonio Azevedo</p>
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		<title>Organização Pessoal e Profissional</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2006 23:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[PNL]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas vezes me perguntam sobre o que faço. Digo que faço consultoria e dou palestras sobre Criatividade e Resolução de Conflitos, Tomada de Decisão e Solução de Problemas e Organização Pessoal. Criatividade, Conflitos, Decisão, são nomes auto-explicativos. Mas Organização Pessoal ainda deixa dúvidas. Por isso pretendo escrever um pouco mais sobre o que é isso.A [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=azevedo.wordpress.com&blog=280746&post=59&subd=azevedo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Algumas vezes me perguntam sobre o que faço. Digo que faço consultoria e dou palestras sobre Criatividade e Resolução de Conflitos, Tomada de Decisão e Solução de Problemas e Organização Pessoal. Criatividade, Conflitos, Decisão, são nomes auto-explicativos. Mas Organização Pessoal ainda deixa dúvidas. Por isso pretendo escrever um pouco mais sobre o que é isso.A Organização Pessoal é um nome genérico. Existe um movimento de reorganização do tempo, do trabalho e da comunicação de equipes que atualmente está na moda, e que possui o nome <span style="font-weight:bold;"><a href="http://antonioazevedo.blogspot.com/2005/08/produtividade-pessoal-metodologia-gtd.html" target="_blank">GTD</a></span>. Este engloba dicas para a reorganização, tanto pessoal quanto profissional, como também discute a reorganização do trabalho de equipes e organizações.</p>
<p>O mundo está caminhando cada vez mais rápido, e não é mais suficiente acelerarmos o passado. A tecnologia cada vez mais mutável, o fluxo de informações cada vez maior&#8230;. E a maioria das pessoas ainda quer trabalhar usando sistemas e procedimentos inventados na (e adequados para a) década de cinquenta.</p>
<p>Até o sistema do computador pessoal, que parece um modo de trabalho tão inovador para a maioria das pessoas, está fadado à obsolescência rápida. E o e-mail, método tão prático de comunicação? Já é caquético. Ah, você vai dizer que os sistemas de chat e comunicação online é que são o futuro, não é? Não, apenas ecos do passado.</p>
<p>A tendência de guardar documentos vitais online, ao invés de nos micros pessoais, que tanto defendo, é apenas uma das facetas. Leia o post anterior sobre HD virtual, que talvez explique isso melhor.</p>
<p>O importante é que as empresas estão procurando <span style="font-style:italic;">sistemas eficientes</span> e nenhuma das formas mencionadas são, efetivamente, sistemas colaborativos de trabalho. Facilitam a comunicação, mas dificultam o trabalho a longo prazo &#8211; informações são espalhadas por pessoas de forma desorganizada, a forma de buscar os dados é complexa e não intuitiva. A tomada de decisão é prejudicada, os acordos e contratos são vagos, e tudo isso prejudica o trabalho.</p>
<p>Já ocorreu a robotização do trabalho nas fábricas. Estamos agora caminhando para a robotização do trabalho nos escritórios. E não adianta reclamar e chorar, pois o tempo não volta atrás. Acredito que é muito melhor ficarmos conscientes do que está sendo feito e nos ajustarmos às mudanças de forma ágil.</p>
<p>Um dos pontos importantes a destacar é que o futuro do trabalho será feito através de <span style="font-style:italic;"> programas online</span>. Mas não sistemas abertos, genéricos, como se fossem conversas online, tal como o email e os sistemas de bate-papo online permitem. Será mais como formulários, ferramentas mais estruturadas, interfaces para se clicar, apertar em sites &#8211; com acesso por computador, smartcard ou celular.</p>
<p>As informações serão todas guardadas em sistemas centralizados &#8211; curioso é que a informática começou assim, em servidores, e depois se fragmentou, em desktops. E agora tende de novo a se reagrupar, pois a informação é tão dinâmica e valiosa que é muito arriscado mantê-la na posse de somente um pequeno e frágil computador, sem backup e gerenciado por um não-técnico. Os computadores portáteis vão diminuir cada vez mais, até o tamanho de pulseiras, provavelmente, e servirão basicamente como entrada e saida de dados. Teremos as &#8220;jóias eletrônicas&#8221;&#8230;</p>
<p>O processo de organização do trabalho parece estranho, pois só agora possuimos desenvolvimento tecnológico para tornar isto uma realidade. Quer ver uma prova disso, bem recente? Veja o que aconteceu em Brasília, com o incêndio do prédio do INSS. Alguns desconfiam que foi uma literal &#8220;queima de arquivo&#8221;. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  No entanto, aquilo que seria uma tragédia para todos os aposentados do Brasil, se fosse uns vinte anos atrás, hoje em dia é apenas uma perda menor. Isto porquê todos os dados sobre aposentadorias não estão em papel, e sim guardados em servidores ultra-seguros, e com redundância imediata de dados, em várias cidades do país. O ideal, até, é que houvesse um backup do outro lado do mundo, não é? Mas em breve isto deverá ser feito&#8230;</p>
<p>Quando falo em organização pessoal, falo em acompanharmos esta tendência social, ao invés de resistirmos ou a ignorarmos. Falo de nos prepararmos para usufruir dos benefícios desta nova maneira de pensar. Para quê se preocupar com ter micro? O importante é dispor dos dados, e trabalhar de onde quisermos, da maneira que for mais fácil e confortável, com total segurança &#8211; ou, pelo menos, uma maior segurança e rapidez de resgatar os dados do que da maneira convencional.</p>
<p>Hoje em dia existem vários sistemas &#8211; pagos e gratuitos &#8211; que podem dar a qualquer pessoa um gostinho de trabalhar de forma mais dinâmica. Sistemas de controle de tarefas, sistemas de escritório online &#8211; na prática isto sempre foi uma tendência, mas o custo era excessivo para a maioria das empresas. Hoje, não, esta tecnologia está disponível para qualquer pequena empresa &#8211; e até microempresas e profissionais liberais. É uma nova tendência, e saber acompanhá-la é importante.</p>
<p>Um dos propósitos deste blog é comentar os sistemas online que estou experimentando. Como um &#8220;early adopter&#8221; (usuário que adora novidades, vamos traduzir assim) venho testando principalmente sistemas de baixo ou de nenhum custo, e que podem ser experimentados por qualquer pessoa. Em breve postarei mais sobre cada um.</p>
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		<title>Auto-Estima e o Conceito do Eu</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2005 16:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>azevedo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[PNL]]></category>

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		<description><![CDATA[Do que depende a realização pessoal e a capacidade de manter boas relações interpessoais? Durante os últimos quarenta anos de pesquisa contínua sobre os mecanismos do sucesso, descobriu-se três principais fatores:
* Auto-Estima
* Auto-Confiança
* Auto-Realização
Estou escrevendo três artigos sobre estes temas. Neste primeiro artigo falaremos de Auto-Estima.
A Auto-Estima é uma questão candente em nosso mundo moderno, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=azevedo.wordpress.com&blog=280746&post=28&subd=azevedo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Do que depende a realização pessoal e a capacidade de manter boas relações interpessoais? Durante os últimos quarenta anos de pesquisa contínua sobre os mecanismos do sucesso, descobriu-se três principais fatores:<br />
* Auto-Estima<br />
* Auto-Confiança<br />
* Auto-Realização</p>
<p>Estou escrevendo três artigos sobre estes temas. Neste primeiro artigo falaremos de Auto-Estima.</p>
<p>A Auto-Estima é uma questão candente em nosso mundo moderno, onde a profusão de informações novas a cada momento, a intensa competitividade e a ênfase no sucesso solapa a nossa crença em nossa capacidade pessoal de resolvermos as situações de vida.</p>
<p>A questão é que, culturalmente, baseamos a nossa Auto-Estima pelo <span style="font-weight:bold;">passado</span>, pelo que já fizemos.</p>
<p>Se nos avaliarmos pelo que fazemos ou deixamos de fazer, pelo que possuímos ou deixamos de possuir, isto é, pelos resultados que obtivemos da vida em vários aspectos ou áreas de atuação, é natural que nossa Auto-Estima sofra altos e baixos, de acordo com a área que seja objeto de atenção.</p>
<p>O Universo é mutável, é ilógico esperar que fique &#8220;congelado&#8221; permanentemente em uma situação determinada, favorável ou desfavorável a nós, em uma síndrome do &#8220;felizes para sempre&#8221;, tão comum nos contos de fadas&#8230;</p>
<p>Isto cria, em muitas pessoas, um &#8220;medo de perder&#8221; e um &#8220;medo de não conseguir&#8221;. São, em última análise, crises de Auto-Estima. A solução para isto pode ser percebermos que a sensação interna (sentimento) que chamamos de &#8220;o nosso valor pessoal&#8221;, que surge quando prestamos atenção em nossa identidade, é apenas uma escolha que fazemos, por nós mesmos, ao longo da vida. E que, quando nos habituamos a &#8220;dar notas&#8221; (que se traduzem em intensidade deste sentimento) através do que observamos em nossa vida, estamos confundindo a parte com o todo, comparando coisas heterogêneas, um verdadeiro contra-senso.</p>
<p>O conceito de &#8220;valor&#8221; é sempre relativo, nunca absoluto em si mesmo. Algo é julgado &#8220;bom&#8221; ou &#8220;mau&#8221;, tendo valor ou não, sempre decorrente de algum uso, avaliado por algum observador externo a ele. Isto é, valor é um conceito que depende do uso de algo, em determinada situação. O dinheiro, por exemplo, é extremamente valioso em uma cidade &#8211; e totalmente sem valor se estamos sozinhos em um deserto. Neste caso, um cantil d&#8217;água torna-se muito mais valioso.</p>
<p>O julgamento de bom ou mau, perfeito ou imperfeito, representa sempre uma consideração subjetiva de características de cada objeto, um ponto de vista apenas. O nosso valor pessoal, como identidade que somos, é sempre máximo, pelo simples fato de existirmos. Não é mensurável. Somos uma manifestação do Universo.</p>
<p>Tudo o que existe, sob o ponto de vista da inteireza do Universo, não pode ser avaliado pela dimensão de valor, por duas razões: primeiro, porque não podemos julgar o uso de nós próprios como um todo, em todos os contextos possíveis; não possuímos todo o conhecimento do universo, para avaliar em que estamos sendo &#8220;mais ou menos úteis&#8221;.</p>
<p>E, também, porque fazemos parte da coisa avaliada; existir é sempre uma característica dicotômica, uma questão de  &#8220;sim&#8221; ou de &#8220;não&#8221;; não se pode dar notas graduais para isso. Em suma, se um aspecto do Universo está sendo considerado como um todo, sendo levado em consideração em sua totalidade sistêmica, não pode ser julgado como tendo &#8220;mais&#8221; ou &#8220;menos&#8221; valor do que a totalidade do Universo. Seja este aspecto sistêmico uma coisa, pessoa ou fenômeno, o seu valor de Ser é sempre máximo. Em outras palavras, o conceito de valor não se aplica.</p>
<p>Quando efetivamente sentimos isso como uma realidade em nossa consciência, a questão da auto-estima pode ser discutida em outro nível. A cultura judaico-cristão, da qual fazemos parte, nos inculcou a idéia de valor pessoal e de pecado original. Nascemos &#8220;devedores&#8221; e tendo que &#8220;tornarmo-nos dignos&#8221; para &#8220;ganhar&#8221; o céu. E isso é decidido no &#8220;juízo final&#8221;. Culturalmente, começamos já em uma situação desvantajosa &#8211; todos começam assim com baixa auto-estima e devem ganhá-la ou conquistá-la.</p>
<p>Aqueles que esperam conquistá-la tornam-se mais proativos no mundo, buscando aumentar a sua sensação de valor pessoal; aqueles que esperam ganhá-la costumam ser mais reativos, aguardando que outros reforcem a sua sensação de valor pessoal. Isto acarreta vários sintomas, provenientes da ilusão de que devemos &#8220;aumentar a nossa auto-estima&#8221;.</p>
<p>Há os que buscam aparentar, para si e para outros, uma auto-estima &#8220;menor&#8221;. Seu comportamento é cabisbaixo, sua ação é desleixada; seu relacionamento é de submissão. Atraem a pena e a proteção de uns e a rejeição de outros. E há os que buscam aparentar uma auto-estima &#8220;maior&#8221; do que outros. Seu comportamento é arrogante, sua ação é agressiva; seu relacionamento é de manipulação. Atraem admiração de uns e ressentimento de outros.</p>
<p>O enfoque no aumento da auto-estima como solução de problemas psicológicos, interpessoais e até empresariais, tão divulgado hoje em dia, decorre desta distorção de compreensão gerando, inclusive, uma busca vã. Não importa quanto mais nos esforçamos para fazer e obter coisas que nos &#8220;aumentem&#8221; a auto-estima, sempre poderemos pensar em algo mais a ser feito, gerando assim mais ansiedade e melancolia.</p>
<p>Se, em contrapartida, pelo simples fato de existir, temos total e integral importância e significado &#8211; não valor, que implica mensuração e sim razão para existir, dignidade e respeito próprio &#8211; a auto-estima deixa de ser considerada algo com que devemos nos preocupar e torna-se natural, não perceptível. A sensação de importância pessoal, se igual para todos, é invisível. Paramos de tentar nos tornarmos &#8220;mais importantes&#8221;, já que todos são igual e perfeitamente importantes, apenas pelo fato de sermos uma manifestação pessoal do Universo.</p>
<p>A Auto-Estima representa a nossa relação emocional conosco mesmo, nossa auto-aceitação. A auto-estima é consistente quando sentimos que somos importantes pelo que efetivamente somos, independentemente do que fazemos ou deixamos de fazer.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Ser, Fazer e Ter</span></p>
<p>A maioria das pessoas lastreia a sua Auto-Estima em suas sensações pessoais do TER, isto é, aquilo que conseguiram amealhar na vida. O TER pode ser representado em termos de posses pessoais, mas também em termos de relações &#8211; ter muitos amigos, receber muitos telefonemas &#8211; e outras manifestações exteriores de sucesso.</p>
<p>Para este grupo, parece evidente notar que a sua auto-estima terá altos e baixos: como a sua sensação de amor-próprio depende de referências externas, do feedback que recebe de outras pessoas, e isso é necessariamente mutável, jamais terão uma certeza absoluta de seu valor pessoal. Freqüentemente passarão por fases de insegurança e insatisfação. Grande parte da população vive assim; na perpétua afirmação de seu status social, perante os olhos dos outros, buscando em comprar e ostentar uma oportunidade de valorizar o seu ego&#8230;</p>
<p>Existe também aqueles que baseiam a sua auto-estima em uma forma mais ”pró-ativa” de viver, isto é, em suas sensações pessoais de FAZER. Para essas pessoas, um grupo bem menor, não conta tanto o feedback externo, o indício de posses, e sim em estar fazendo o que gosta, trabalhando a sua ”realização pessoal” e estar envolvido em tarefas que representem a manifestação de sua individualidade.</p>
<p>Encontram-se aí  pessoas mais auto-orientadas, que utilizam feedback interno como forma de aquecer a fornalha do amor-próprio. Tais pessoas, mesmo em épocas de crise, continuarão a trabalhar de forma intensa naquilo que acreditam ser o correto fazer. Mesmo assim, por não levarem em conta o feedback externo, por vezes parecerão obstinadas, teimosas, cabeças-duras, persistindo em realizar algo que não é mais viável, trabalhando em um produto que não tem mais compradores ou mantendo a mesma forma de atuar, mesmo que as situações mudem&#8230; Vemos neste grupo muitos empresários, empreendedores, camelôs, atores, artistas plásticos, artesãos, alguns tipos de vendedores.</p>
<p>O terceiro grupo, que de longe é o menos populado, baseia a sua auto-estima não no que conseguem do mundo &#8211; Ter &#8211; e também não naquilo que oferecem ao mundo &#8211; Fazer. Este grupo atua de forma equilibrada, buscando identificar o seu lugar pessoal no mundo, isto é, como a sua individualidade se ajusta à “globalidade” e como aquela serve à esta. São pessoas baseadas no SER.</p>
<p>Contudo, estar “baseado no SER” não é ficar absolutamente parado, estático, vivendo uma vida alheada da busca de coisas materiais, em uma busca espiritual de comunhão com a divindade. Ao contrário, é agir sim, e realizar algo. Mas realizar com a expressão de si próprio, de forma autêntica. Estas pessoas buscam uma forma de equilibrar o lado “pró-ativo” com o lado ”reativo” da personalidade.</p>
<p>Isto se obtém alinhando aquilo que o mundo dá com aquilo que se doa ao mundo, de tal sorte que estejamos criando algo que nos dê satisfação pessoal e ao mesmo tempo auscultando as respostas positivas que o mundo nos devolve. O objetivo final é oferecer aquilo que o mundo precisa mas apenas dando em troca aquilo que realmente desejamos oferecer ao mundo&#8230;</p>
<p>É difícil pertencer a este  último grupo, pois a Auto-Estima é um sentimento de valor pessoal. E a busca deste equilíbrio entre “o eu e o mundo” passa por altos e baixos. O que fazem as pessoas que buscam alcançar este “estado essencial”, de foco apenas no SER, ao invés de no FAZER ou no TER? Abraçam uma postura de vida que advoga que possuímos um EU interno, especial, em comunhão com a Universalidade, não importa se existe uma crença em um Deus ou não. E passam uma grande parte de seu tempo se esforçando para desenvolver esta “individualidade com responsabilidade universal” &#8211; uma espécie de visão ética da vida, mais do que apenas uma visão religiosa.</p>
<p>Isto requer uma nova percepção de nossa Identidade, como realmente integrada ao Cosmos, uma perspectiva realmente sistêmica. E como se obtém uma mudança de percepção em um nível tão profundo de nossa personalidade? Os primeiros passos são simples:</p>
<p>Autoconsciência &#8211; observe-se e identifique os momentos, no seu dia-a-dia, em que você começa a julgar-se pelo que tem e faz, atribuindo a si mesmo pontos de valor. Compreenda que este é um hábito cultural, e como tal deve ser tratado. Não adianta recriminar-se por isso, porém. Apenas registre este momentos e aceite que esta maneira de pensar pode e deve ser corrigida.</p>
<p>Auto-Escolha &#8211; decida e pratique compreender que a existência é uma possibilidade de Ser, mais do que Fazer ou Ter. Medite, leia e fale à respeito. Comporte-se como se assim fosse. Exercite pensamentos e palavras neste sentido.</p>
<p>Auto-Superação &#8211; quando a prática da auto-escolha se tornar confortável, quase automática, busque maneiras de encontrar sensações de satisfação no que realiza, sem que eventuais flutuações nos resultados obtidos traga dúvidas sobre o verdadeiro Ser.</p>
<p>Nossa Missão Pessoal no Universo é principalmente aprender a Ser da melhor maneira possível, não &#8220;Fazer ou Ter o máximo possível&#8221;. O que executamos ou criamos, em nossos resultados pessoais, são conseqüências do nosso SER sendo expresso em plenitude. O julgamento e avaliação de nossos resultados pode nos orientar em nosso exercício de Ser; isto é, o Fazer e o Ter são apenas formas divertidas de que dispomos, ao interagir com o Universo, para que possamos experimentar várias formas de Ser.</p>
<p>Neurologicamente a prática destes estados internalizados produzem mais endorfinas e outras substâncias cerebrais relaxantes, anestesiantes, euforizantes e estimuladoras do sistema imunológico, o que já é um excelente benefício. No entanto, com exceção de poucos ascetas, a maioria de nós precisa, mesmo assim, conviver em um mundo externo competitivo, que em sua maioria manifesta suas preferências pelo feedback negativo&#8230; . E avaliar a si com o mesmo e imutável valor, independente do que fazemos e do que temos é, reconheço, praticamente impossível.</p>
<p>Por mais que meditemos no alto das montanhas do Tibet por vinte ou mais anos, nossa consciência individual continua a criar distinções e julgamentos próprios, aprovando-nos mais ou menos, de acordo com as situações da vida &#8211; aquilo que FAZEMOS e TEMOS.</p>
<p>As perspectivas atuais do conhecimento da psique nos levam a crer que o EU individual não existe, pois é um substrato do processamento neurológico. Seja isto verídico ou não, isto pode ser útil à análise da Auto-Estima.</p>
<p>A corrente de pensamento que advoga a hipótese da mente como apenas um processo  sistêmico, com uma parte cognitiva e outra comportamental, está sendo bem aceita pela ciência moderna, pois é ratificada nos experimentos de laboratório. Esta é uma certeza factual, e a experimentação científica, inegavelmente, nos auxilia em nossa compreensão da realidade.</p>
<p>As vertentes mais “ousadas” desta corrente advogam que, se nossa mente é apenas um processo, ela pode ser &#8220;manipulada&#8221; de forma benéfica, e assim podemos nos &#8220;reconstruir&#8221; ao nosso bel-prazer&#8230;  Sendo assim, nenhum tipo de limitação do tipo &#8220;é assim que eu sou&#8221;  deve ser encarada como algo permanente, a não ser que exista uma forte razão neurológica para esta resignação.</p>
<p>As técnicas de Controle Mental e Programação Mental, desde relaxamento, meditação até a hipnose, a  PNL (programação neurolingüística), a PNO (psico-neuro-orientação), e outras com variados nomes, que caminham na corda bamba entre linhas mais espiritualistas e a visão mais pragmática da TCG (terapia cognitivo-comportamental) buscam operacionalizar este tipo de abordagem.</p>
<p>A grande questão é: como dirimir o conflito entre a experimentação científica, que nos diz que não há evidências de que possuímos um “Eu” interno, e sim de que somos uma colcha de retalhos, um mosaico, fornecido por padrões de pensamentos amealhados aqui e ali, em nossa história pessoal, e a visão filosófica de uma conexão profunda em nosso interior com a divindade, aquilo que nós chamamos de nosso “Eu Pessoal”? E como aplicarmos esta reflexão para melhorar o nosso próprio sentido de valoração pessoal, aquilo que é entendido como auto-estima, um dos principais problemas que afetam o indivíduo em nossa cultura moderna, e cuja falta acarretam tantos problemas de desajustes psicológicos, depressões, ansiedades e neuroses?</p>
<p>A resposta pode ser respondida através da metáfora, já conhecida, comparando a nossa sensação pessoal de “eu” com o centro de gravidade, que é meramente uma hipótese científica, não um fenômeno verificável. Sabemos nós que a gravidade da Terra, como uma grande massa, nos atrai para o seu centro. Contudo, não existe um “algo”, localizado especificamente no centro da Terra, que nós encontraríamos, se por acaso fosse possível que caíssemos até chegar lá. A força gravitacional é uma resultante do efeito da presença de uma grande quantidade de partículas no espaço – o ”centro de gravidade” está ali pela interação entre as partículas que estão ao redor, mas não é uma “partícula” real.</p>
<p>Da mesma maneira, a grande massa de pensamentos, sentimentos, conceitos e crenças em uma estrutura complexa &#8211; que chamamos a “mente pessoal” ou personalidade de um indivíduo &#8211; por si só gera uma resultante que podemos chamar de “Eu pessoal”. Este Eu NÃO é nenhum destes pensamentos em si mesmos, e nenhum conceito, idéia, sentimento ou atitude é identificado exatamente com ele. Podemos trocar nossos pensamentos, nossos sentimentos, reestruturar totalmente nossa personalidade, como preconizam os métodos de mudança comportamental – e podemos fazer isso porque nada disso é, realmente, o “EU”, pertencendo apenas à periferia de nosso “orbe mental”. Na verdade este EU é uma resultante da INTENSIDADE do mundo mental, não do CONTEÚDO do mundo mental em si mesmo.</p>
<p>Como exemplo, poderíamos substituir no planeta Terra quaisquer quantidades de massas, sejam planetas, cidades inteiras, por outras quaisquer, de posição, e até trocar grandes toneladas de massa da Terra por grandes toneladas de massas de outro planeta, tal como Marte, como irá acontecer algum dia, quando houver comércio interplanetário. Mesmo assim, o centro de gravidade da Terra, as “essências de Gaia”, poderiam chamar assim, continuaria sendo a mesma. Poderia haver leves mudanças de intensidade de manifestação do campo gravitacional do planeta, mas ele continuaria a existir.</p>
<p>Aceitando esta linha de reflexão, poderíamos aceitar a existência, de forma científica, de um ”centro de gravidade mental” intitulado o “EU Individual”. Isto tornaria mais fácil trabalharmos com técnicas meditativas de expansão da consciência do EU, pois saberíamos que estaríamos nos alinhando com o nosso verdadeiro fulcro de equilíbrio, independente de quaisquer pensamentos, sentimentos, atitudes, crenças, conceitos e pré-conceitos porventura existentes em nossas mentes. E aceitaríamos melhor, sem julgamentos, conviver com pensamentos e sentimentos inadequados, em nosso mundo mental, pois mesmo que eles não sejam os melhores possíveis, de alguma maneira eles estão contribuindo para criar um maior “peso” em nosso mundo, e devem possuir uma função específica para nós. Devem ser modificados e melhorados, nunca rejeitados.</p>
<p>Com esta compreensão, fica muito melhor trabalharmos os conceitos de Auto-Estima. Se nos esforçarmos para nos dar “notas” de Auto-Estima pelo que TEMOS ou pelo que FAZEMOS, estaremos em uma perpétua roda de insatisfações e ansiedades. E mesmo quando nos concentramos apenas no que SOMOS, permanecemos nos julgando pelo conteúdo de nosso mundo mental. Nem sempre é possível alinhar a contento aquilo que gostamos de fazer, de realizar, com aquilo que o mundo nos pede, ou nos exige que façamos. De qualquer modo, apesar de ser uma forma de atuação mais desejável, estar permanentemente focado no SER ainda é sujeito aos altos e baixos da vida.</p>
<p>A melhor forma é percebermos como o nosso Eu pessoal é apenas uma resultante de forças, independente e separado de todo o conteúdo de nosso mundo mental. Isto é, se temos preferências, vontades, desejos, impulsos artísticos, vontades de ter, fazer e ser em nosso mundo mental, estes CONTEÚDOS são válidos e devem, com justeza, serem postos em prática no ambiente físico, material. Se conseguimos manifestá-los, ótimo. Se não o conseguimos, a compreensão de que o nosso EU apenas se manifesta através deles, mas não são intrinsecamente eles, nos permite dispor da tranqüilidade necessária para reavaliar as situações, reestruturar as nossas respostas e continuar atuando da melhor forma possível, sem nos deixar solapar por uma sensação de auto-comiseração, de desvalorização pessoal.</p>
<p>Continuando a analogia, isto nos faz entender como a presença do EU pessoal, mesmo não sendo material em si mesmo, possui uma tão poderosa influência em todos os pensamentos, sentimentos, atitudes que orbitam em sua esfera de influência. Ele atua como um centro de gravidade, suavemente direcionando, puxando, orientando&#8230;É um melhor entendimento do que significa a palavra “estar equilibrado”. Significa alinhar-se ao nosso “centro de gravidade mental”. E, como sabemos que a palavra “espírito” significa “essência”, “âmago“, “o mais refinado e sutil”, podíamos até chamar este centro de “centro de gravidade espiritual”.  Isto significa que, estar alinhado com “nosso espírito” não significa nem ficarmos parados sem fazer ou possuir nada, como muitos ascetas fazem, e nem estar diuturnamente ligados no “fazer o bem”, em atuar para o outro em detrimento a si mesmo. Significa manifestar o melhor possível aquilo que pensamos, sentimos e fazemos que entendemos ser o que nós temos de melhor, em nosso interior, em nosso âmago.</p>
<p>E, da mesma maneira como todos os planetas “se sustentam” uns aos outros no espaço através de seus centros de gravidade físicos, e não poderíamos retirar um só planeta de órbita sem afetar a órbita das estrelas mais distantes, que provavelmente todos os “centros de gravidades espirituais, os nossos “EUs Pessoais” também se interconectam, de alguma forma sutil, afetando uns aos outros. E não se pode chamar a isso meramente de telepatia, e sim de um tipo de “campo de gravidade espiritual” forjado pelas relações de forças de pensamento destes eus que são só conceituais, sem presença identificável, mas que se manifestam da mesma forma como os centros de gravidade se manifestam, como deformações no espaço-tempo&#8230; . E poderíamos até, supor, que além de deformações no espaço e no tempo, que a “matéria-energia” quantificada e observável apresentam, as deformações sutis deste “campo de eus pessoais” poderiam afetar possivelmente a própria INTENCIONALIDADE do Universo, as relações de significado que os pensamentos e sentimentos emprestam, como uma nova “casca” de interpretações ao universo. Talvez aí, nesta fusão de Eus, que não poderíamos, sim, encontrar a idéia de D-EUS?</p>
<p>Isto é, a soma de todos os pensamentos e sentimentos e intenções e significados, de todas as mentes, conscientes ou não, em todo o Universo, criam também a certeza da presença de um fulcro de “gravidade espiritual universal”, uma espécie de “centro do universo”, que poderíamos chamar de D-EUS&#8230; E assim, com a mesma certeza de que possuímos um hipotético “centro de gravidade espiritual pessoal” chamado “EU”, poderíamos aceitar o “centro de gravidade espiritual universal, chamado “DEUS”.</p>
<p>Partindo destas ilações, não totalmente matemáticas, mas uma cadeia de silogismos perfeitamente aceitável, poderíamos considerar uma “evidência de Deus” a própria percepção de unidade de nosso “Eu Pessoal” que identificamos em nós. Quer melhor prova científica da existência de Deus do que esta evidência perfeitamente replicável por qualquer indivíduo consciente, em qualquer lugar da terra, no próprio laboratório de suas mentes?</p>
<p>Basta fechar os olhos e sentir a presença deste “campo de gravidade espiritual”, puxando cada pensamento e sentimento nosso suavemente&#8230; em nosso interior&#8230;. dirigindo e sintonizando cada um deles&#8230; Não é uma presença real &#8211; nossos pensamentos comportam-se mais como um cardume de peixinhos onde cada um têm uma existência separada, mas costumam fazer evoluções em conjunto &#8211; mas é suficientemente comprovável para que a usemos como hipótese de trabalho &#8211; possuímos, ou melhor, somos um EU espiritual presente e atuante em todo o Universo, através das relações cósmicas dos nossos “campos de gravidade espiritual”, em relação ao grande “campo espiritual” que é a junção de todos os EUS.</p>
<p>Esta compreensão &#8211; praticamente um satori ou iluminação &#8211; nos ajudaria a compreender como alinhar o SER como manifestação da relação entre o eu e o mundo, integrando o FAZER e o TER dentro do SER. Como todos os eus estariam integrados neste enorme “campo espiritual”, logicamente cada um de nossos pensamentos, sentimentos, atitudes e crenças também sofreriam a sutil e delicada influência espiritual de todos os outros “eus espirituais” espalhados em todo o universo&#8230;.</p>
<p>E facilitaria entender como a nossa Auto-Estima é uma sensação interior tão importante para nós mesmos, para o nosso equilíbrio psicológico e até fisiológico. Este sentimento é como um ”giroscópio”, um balanço, que nos faz sentir o nosso alinhamento com o nosso centro de gravidade espiritual &#8211; o nosso EU. Existindo ou não existindo como realidade observável, de forma prática ele nos afeta, como conceito, e o seu alinhamento com o grande campo espiritual é necessário, para que tenhamos uma positiva sensação de Auto-Estima. Auto-Estima, neste sentido, acabaria se traduzindo, em seu fim último, em algo que muitos chamariam de “iluminação”.</p>
<p>Isso responderia também àquela célebre pergunta que muitos religiosos (e descrentes também) se fazem: “para quê um Deus todo-poderoso necessitaria criar seres individuais? Só para adoração? Não parece que ele precisaria de tal coisa”. A resposta seria melhor: a própria manifestação da conscientização do Eu Divino seria o Universo, em si mesmo, sendo algo intrínseco a manifestação dos “campos de interação deste Deus”, sejam gravitacionais, magnéticos e espirituais, sendo aí incluídos os Eus de todos os seres. Isto é, o Universo é Deus pensando.</p>
<p>Antonio Azevedo</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
Uma parte destas idéias veio de minhas reflexões noturnas enquanto eu fazia os cursos de Auto-Estima e Controle Mental Avançado, do Método Silva de Controle Mental, dado por Omar Mustafá, em São Paulo, outubro 2002 mais o artigo lido intitulado “Você é uma Ilusão”, na Revista Galileu, outubro 2002.</p>
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